Em cima da hora … esse é o problema!

Em cima da hora … esse é o problema!

Muitas notícias sobre a Copa em Curitiba. alguns afirmam que os preços dos imóveis vão disparar e depois da Copa, vão cair. Não creio que este seja o fator principal entre ofertas e procuras. O mercado oscila em função de outros fatores. Mas, vamos entender mais sobre o que está ocorrendo em Curitiba.

Petraglia é a peça-chave do Dia D para a Copa em Curitiba.

por Leonardo Mendes Júnior, 21/01/14 12:05:51 AM

E esse é o problema.

Qual Petraglia se apresentará diante de Valcke: o das soluções geniais ou aquele que apaga incêndio com gasolina? (Foto: Albari Rosa/ Gazeta do Povo)

Mário Celso Petraglia é o principal personagem da Copa do Mundo em Curitiba. Desde o início, ele conduziu toda a articulação de bastidores para que a Arena — e por consequência a cidade — estivesse no Mundial. Foi ao Rio de Janeiro falar com Ricardo Teixeira. Foi a Brasília bater na porta do governo federal. Movimentou governo do estado, prefeitura, Câmara dos Vereadores, Assembleia Legislativa. Não é à toa que no dia mais importante da Copa em Curitiba seja ele o personagem central.

A essa altura, não é segredo para ninguém que Jérôme Valcke só incluiu Curitiba no seu roteiro pelo Brasil esta semana porque somos a sede mais atrasada. E que esse alerta soou bem alto porque Charles Botta, o consultor de estádios da Fifa, encontrou um canteiro parado demais e vazio demais para um estádio que deveria estar pronto há 20 dias e não dá esperança de que estará pronto em 35 dias.

Valcke quer respostas convincentes a quatro questões:

– Quando o estádio estará pronto?

– O que será feito para que o estádio esteja pronto neste prazo?

– Quanto vai custar para que se faça o necessário para o estádio estar pronto neste prazo?

– Quais as garantias reais de que, a esse custo, será feito o necessário para o estádio estar pronto neste prazo?

As quatro respostas passam inevitavelmente por Petraglia. Petraglia é a solução. E também o problema. E todos os envolvidos no processo sabem disso.

Luís Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte, chegou em Curitiba já nesta segunda-feira. Conversou com Gustavo Fruet, depois com Beto Richa. Reuniões para atualizar o andamento da Copa na cidade e afinar um discurso para a reunião com Valcke. Horas antes do encontro com o secretário-geral, outra reunião colocará os últimos pingos nos is. Um esforço que, todos sabem, pode ser simplesmente anulado por Petraglia.

Petraglia pode sacar da manga uma solução genial para todo o impasse. Apresentar um ajuste no orçamento que acomode a demanda da Fifa por mais operários e entrega no prazo sem mexer em um centavo do orçamento. Também pode jogar na mesa uma conta nova, mais alta, olhar para prefeitura e estado, dizer que a Copa é deles e soltar um “se virem para pagar”. Pode ser um. Pode ser outro. Pode ser um pouco de cada. Pode não ser nada disso. A imprevisibilidade de Petraglia ditará o caminho de saída do buraco em que a Copa em Curitiba se meteu.

Acompanho desde o início a operação da Copa em Curitiba e, por motivos óbvios, nos últimos dias tudo tem girado em cima das consequências do atraso na conclusão da Arena. “Curitiba será riscada do mapa do Mundial?” é a pergunta que mais se ouve.

Nas apurações, encontrei algum medo e muita preocupação de que isso possa acontecer; pouca informação concreta e muita especulação. Como, por exemplo, a história de a Arena do Grêmio assumir os quatro jogos de Curitiba (não nos esqueçamos, a Arena do Grêmio foi construída e é administrada pela OAS, construtora que o Atlético preteriu para gerenciar sua própria obra. A OAS certamente está rindo do perrengue atleticano e não seria surpresa se ela tivesse jogado essa isca dos jogos na Arena do Grêmio; que também pode ser mais que uma isca).

Por outro lado, a Fifa está claramente irritada com a incapacidade brasileira em organizar a Copa. Riscar uma cidade seria uma punição ao Brasil pela baderna e um aviso a sedes futuras do Mundial. E Curitiba deu mole. De estádio mais pronto, passou a estádio mais atrasado.

Minha impressão é de que teremos Copa em Curitiba, mas com um belo puxão de orelhas de Valcke na cidade, no estado e, mais ainda, em Petraglia. Uma dura que se tornará mais intensa se Petraglia pedir mais dinheiro ao poder público. Afinal de contas, foi na presença do próprio Valcke que Petraglia disse, em agosto, que todo o orçamento excedente seria bancado pelo Atlético.

Entre a Fifa engolir mais um estádio entregue em cima da hora e lidar com a enxurrada de ações decorrentes de uma exclusão, é mais seguro apostar na primeira opção. Embora, sempre bom lembrar, não exista aposta 100% segura que dependa de Mário Celso Petraglia.


Avaliação Imobiliária

Mobilidade Urbana

Na Avaliação Imobiliária um dos fatores a ser considerado é a mobilidade urbana. Para tanto, basta ler o que os governos em suas devidas escalas, se preocupam e investem.

Confira:

Ministro afirma que investir em mobilidade urbana é garantir a qualidade de vida da população

 Fonte: Assessoria de Comunicação Social, Ministério das Cidades

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse nesta sexta-feira (17/01), durante o anúncio de R$ 2,55 bilhões para mobilidade urbana em Minas Gerais, que as obras são decisivas para a saúde da população por amenizarem o estresse sofrido pela população nos transportes públicos lotados e longos engarrafamentos.  “Quando se trata de mobilidade, estamos tratando da qualidade de vida das pessoas”, disse Aguinaldo Ribeiro.

Os recursos são do Pacto da Mobilidade Urbana, lançado pela presidenta em junho de 2013, que destinou R$ 50 bilhões para investimentos no setor. Do total de R$ 2,55 bilhões para Minas Gerais, R$ 1,284 bilhão são do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 1,271 bilhão de financiamento público com juros subsidiados.

Segundo o ministro, os recursos serão destinados à obras, como corredores exclusivos de ônibus, trem metropolitanos e metrô, que funcionarão de forma integrada. “Este é um esforço do Governo Federal para investir em transporte público de qualidade”, disse o ministro.

Para viabilizar as obras de mobilidade urbana, disse o ministro, é importante a parceria entre o Governo Federal, estadual e municipal por conta do volume de recursos.  “Essas parcerias são republicanas. É um tema que a presidenta Dilma considera importante porque há muito tempo não se investia em mobilidade urbana no país”, observou.

Em seu discurso, a presidenta Dilma Rousseff, disse que durante o seu governo, elevou os investimentos em mobilidade urbana. Nos últimos quatro anos, o Governo Federal investiu R$ 140 bilhões nestas obras, sendo que a maior parte são recursos do OGU e de financiamento público com juros subsidiados.

A presidenta também lembrou que o seu governo melhorou as condições dos empréstimos federais com o aumento do prazo de carência e de pagamento, que passou de sete anos para 30 anos. “Esse é o único jeito para que os estados e municípios possam investir. Ninguém investe em metrô e acha que o projeto vai se pagar em cinco anos”, afirmou.

Para o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, os investimentos em mobilidade urbana ajudaram a enfrentar os problemas do trânsito e do transporte na cidade. “Mobilidade urbana leva ao progresso”, finalizou.

Confira aqui mais detalhes sobre os investimentos e obras


Minha Casa Minha Vida

Programa de Moradias Populares altera a realidade de seus compradores

A realidade de muitas famílias está sendo alterada. O programa de moradias populares garante mais segurança na aquisição da casa própria. Com mensalidades dentro do orçamento a alegria da casa própria muda o presente e assegura um futuro promissor.

Confira

Programa de moradias muda realidade de milhares de famílias em todo o Paraná

Fonte: COHAPAR

A costureira Maria Aparecida da Silva, 64 anos, de Apucarana, pagava R$ 400 mensais de aluguel até o início de dezembro passado. Hoje, sua vida é outra. Há quase um mês na casa nova, no Residencial Sumatra I, mora melhor, com conforto e segurança, pagando R$ 30 por mês pelo imóvel próprio.

Maria Aparecida chorou ao receber a chave da casa própria. “Chorei de tanta felicidade, trabalhei por 22 anos como costureira e nunca imaginei que realizaria este sonho”. A vizinha de residencial Regina Rodrigues de Oliveira, aposentada por problemas de saúde, também mudou de vida. “Não sei nem como descrever minha alegria, nunca imaginei que teria minha casa própria”, diz.

Regina e Maria Aparecida são exemplos de como o programa de moradias populares do governo do Paraná está mudando a realidade de milhares de famílias paranaenses. Em três anos de gestão, foram contratadas 60 mil unidades, no campo e na cidade, entre casas entregues e em obras, o que corresponde a 54% da meta geral do programa.

A meta é contratar em quatro anos 110 mil unidades, das quais 10 mil no meio rural. No campo, o número já foi superado um ano antes. São mais de 10 mil moradias contratadas, no maior programa de habitação rural do país. Para 2014, está prevista a contratação de 50 mil casas urbanas e rurais, fechando o atendimento de 110 mil famílias com moradia digna.

Foto: Chuniti / Cohapar A meta é contratar em quatro anos 110 mil unidades, das quais 10 mil no meio rural. No campo, o número já foi superado um ano antes. São mais de 10 mil moradias contratadas, no maior programa de habitação rural do país. Para 2014, está prevista a contratação de 50 mil casas urbanas e rurais, fechando o atendimento de 110 mil famílias com moradia digna.

“O governo do Estado não tem medido esforços para garantir moradia digna a todas as famílias paranaenses. Estamos promovendo a maior revolução habitacional da história do Estado”, afirma o governador Beto Richa. A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) tem obras e projetos em 398 municípios paranaenses (99%).

“São números surpreendentes, que mostram como a habitação é prioridade no Paraná”, diz o secretário da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche. “Esses resultados que tanto nos orgulham são fruto da grande parceria que o governador Beto Richa mantém com a Caixa Econômica, Banco do Brasil, Ministério das Cidades, e prefeituras, dentro do programa Minha Casa Minha Vida e Minha Casa Minha Vida Rural”.

No programa de moradias para pequenos agricultores também são parceiros na construção das unidades a Secretaria da Agricultura e Abastecimento e a Emater. Nas casas urbanas, a contrapartida do governo estadual nas obras inclui os serviços da Copel e Sanepar.

O pequeno agricultor Varlei Luciano Paz e a mulher Josilaine, pais de dois filhos, moram em Ariranha do Ivaí e receberam as chaves da casa nova das mãos do governador em outubro passado. “Estou emocionado, muito feliz com a oportunidade de ter uma nova moradia. Há mais de seis anos esperamos por isso”, conta Varlei, que morava em uma casa antiga, emprestada pelo pai.

Além de moradias, o programa de habitação do Paraná atende milhares de famílias com títulos de propriedade e regularização de áreas. A meta é entregar em quatro anos 8 mil títulos, número superado antes do prazo, com o atendimento de 10 mil famílias. No caso da regularização fundiária, foram beneficiadas perto de 13 mil das 16 mil famílias que serão atendidas até o final deste ano.

3 ANOS DE GESTÃO:

Meta de governo: contratar a construção de 110 mil moradias no campo e na cidade.

Moradias urbanas e rurais contratadas: 60 mil unidades, entre casas entregues e em obras.

Previsão para 2014: contratação de 50 mil unidades.

Titulação: 10 mil famílias atendidas (superada a meta de atender 8 mil famílias).

Regularização fundiária: 12.902 (meta é atender 16 mil famílias).


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