Curitiba, em 2016, está entre os 66 municípios que concentraram quase metade do PIB do país

Curitiba

As cidades com maior geração do PIB representavam um terço da população brasileira. Pesquisa mostra, ainda, que apenas 6 municípios responderam por quase ¼ da economia do país.

Por Daniel Silveira, G1 — Rio de Janeiro | 14/12/2018 10h00 | Atualizado

Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016 ficou concentrado em apenas 66 dos 5.570 municípios do país. Isso significa que apenas 1,2% das cidades, que representavam 1/3 da população, responderam por cerca de 50% de toda a economia brasileira naquele ano. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407.

PIB do Brasil é concentrado em poucos municípios, aponta IBGE

PIB do Brasil é concentrado em poucos municípios, aponta IBGE

Segundo o novo levantamento, apenas 6 municípios, que representavam 12,9% da população em 2016, concentraram cerca de 25% do PIB do país. São eles:

  • São Paulo, com 11% do total;
  • Rio de Janeiro, com 5,3%;
  • Brasília, com 3,8%;
  • Belo Horizonte, com 1,4%;
  • Curitiba, com 1,3%;
  • Osasco, com 1,2%.

Segundo o IBGE, destes seis municípios com os maiores PIBs, apenas Osasco alterou sua posição no ranking ao longo da série histórica do levantamento. Em 2012, o município paulista ocupava a 16ª colocação. A ascensão para a 6ª posição, segundo o instituto, se deu “muito em virtude do ganho de participação das atividades de comércio, serviços de informação e atividades financeiras no período”.
O instituto destacou, também, que em 2002, os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somavam 19,0% do PIB do Brasil e, essa participação caiu para 16,2%. Tal queda distribuiu-se entre as atividades da indústria e dos serviços.

Maiores fatias do PIB em 2016 (em %)
Curitiba
Quase 1/4 de toda a economia brasileira estava concentrada em apenas seis municípios.
Fonte: IBGE

Economia de 55% das cidades é sustentada por governos

Segundo o IBGE, a principal atividade econômica em 55,0% dos municípios brasileiros era composta pelo conjunto dos serviços da administração pública, o que mostra o tamanho da dependência de governos das cidades.

Mais de 90,0% dos municípios de Roraima, Paraíba, Piauí, Sergipe, Amapá e Rio Grande do Norte tinham esse perfil. No outro extremo, os estados da Região Sul tinham cerca de 11,0% com essa característica.

Sudeste lidera ranking dos 100 maiores PIB

O levantamento apresentado nesta sexta-feira pelo IBGE mostrou também que 56% do PIB brasileiro em 2016 estava concentrado em 100 municípios. A região Sudeste liderava esse grupo, com 56 municípios entre os mais ricos do país.

Distribuição regional dos 100 maiores PIBs de 2016

Curitiba

Sudeste concentrava mais da metade dos municípios mais ricos do país.
Fonte: IBGE

A Região Norte ficou na lanterna deste ranking, com apenas quatro municípios. O IBGE destacou que apenas as capitais de três estados desta região não estavam entre o grupo dos 100 municípios mais ricos: Rio Branco (AC), Boa Vista (RR) e Palmas (TO).

Cidade-Região de São Paulo

De acordo com o IBGE, a capital paulista compõe, junto a outros 139 municípios “fortemente interligados e polarizados por ele”, a chamada Cidade-Região de São Paulo — região de urbanização quase contínua que se estende desde Santos até Piracicaba, e desde Sorocaba até Pindamonhangaba. Em 2016, essa região concentrava 26% do PIB do país, tendo perdido participação ao longo dos anos – em 2002 ela respondia por 28,2% da economia.

“Em média, um quilômetro quadrado de território da Cidade-Região de São Paulo produzia, em 2016, o equivalente a 68 vezes a produção de um quilômetro quadrado do restante do território nacional – isto é, da área do país sem a Cidade-Região”, destacou a publicação.

Ganho de participação da Amazônia Legal

Entre 2002 e 2016, aumentou de 6,9% para 8,6% a participação da Amazônia Legal no PIB do Brasil. A região é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.

Heterogênea, a região da Amazônio Legal inclui áreas tanto de cultivo, mineração e produção industrial quanto reservas indígenas e de preservação ambiental. Em 2002, ela respondia por 14,8% da agropecuária nacional, passando para 21% em 2016.

Evolução do PIB Brasileiro

Curitiba

Em %
Fonte: IBGE e Boletim Focus do Banco Central

Maiores avanços e maiores recuos

O levantamento mostrou que Brasília foi o município com maior ganho de participação no PIB nacional – uma alta de 0,2 pontos percentuais na comparação com o ano anterior. Este avanço ocorreu devido à atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Em seguida, aparecem, todas com ganho de 0,1 p.p, as cidades paulistas de Osasco, Paulínia e São Paulo, além do município baiano de São Francisco do Conde.

Já as cinco maiores quedas absolutas foram influenciadas pela atividade de extração de petróleo e gás natural. A principal queda ocorreu para o município de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que perdeu 0,3 p.p. de participação na comparação com 2015. Outras duas cidades fluminenses, Cabo Frio e Maricá, juntamente com a cidade paulista de Ilhabela e a capixaba de Presidente Kennedy respondem pelas outras quatro principais quedas, todas de 0,1 p.p.

O IBGE destacou ainda que estes cinco municípios que tiveram as maiores quedas respondiam por 1,1% do PIB nacional em 2015, percentual que recuou para 0,6% em 2016.

A Bahia teve dois destaques positivos quando analisado o ranking de participação no PIB nacional. O município de Gentio do Ouro avançou 2.005 posições, beneficiado pela indústria de máquinas e equipamentos demandados para a construção de um complexo eólico. O segundo colocado em termos de avanço no ranking foi Tabocas do Brejo Velho, que viu aumentar sua arrecadação tributária com a importação de equipamentos para geração de solar.

O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?

O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?

Destaques por atividade econômica

Agropecuária: Segundo o IBGE, 170 municípios concentravam, em 2016, ¼ do valor adicionado da Agropecuária brasileira. A maior parte destes municípios (67) se encontra na Região Centro-Oeste do país, que lidera a produção de soja em grão e do algodão herbáceo.

“Da primeira até a 12ª posição da Agropecuária, em 2016 todos os municípios estão no Centro-Oeste, em 2002, apenas os dois primeiros pertenciam a essa região”, ressaltou o instituto.

Indústria: Na atividade industrial, em 2016, apenas 18 municípios concentravam ¼ do valor adicionado bruto ao PIB. “Com 86 municípios chega-se a ½ da indústria. No outro extremo, nota-se que 2.708 municípios responderam por 1% da indústria”, destacou a publicação.

Dentre os 20 municípios de maior participação na indústria, 11 pertencem à Região Sudeste. São Paulo (5,5%), Rio de Janeiro (3,2%) e Manaus (2,2%) lideravam este grupo. Também integravam o grupo as capitais de Minas Gerais, Brasília, Fortaleza e Salvador.

Serviços: Desconsiderando os serviços da administração pública, São Paulo (15,4%), Rio de Janeiro (5,9%), Brasília (3,4%) e Belo Horizonte (1,8%) concentravam pouco mais de ¼ do PIB do setor de serviços do país. Juntamente a outros 31 municípios, sendo 19 capitais entre eles, a participação chegava à metade de todo valor adicionado pelos serviços.

Ainda segundo o IBGE, Osasco, no interior paulista, ficou em 5º lugar no ranking de serviços, sendo a cidade mais bem colocada neste ranking sem ser capital.

Notícias: Ministro da Fazenda sugere ao futuro governo tributar aplicações em LCI e LCA

© Reuters. Ministro da Fazenda sugere ao futuro governo tributar aplicações em LCI e LCA
Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante coletiva de imprensa em Brasília 28/05/2018 REUTERS/Adriano Machado

Arena do Pavini – O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse hoje que apresentou uma série de sugestões para a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro para equilibrar as contas públicas. Entre elas, está a tributação de ativos financeiros
hoje isentos, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA). Segundo Guardia, o próximo governo vai ter de fazer um ajuste focado no corte de despesas, mas admitiu aumento de alguns impostos, compensando-os com a redução de outros.

O documento preparado pela atual equipe econômica inclui um detalhamento da atual situação fiscal do país e dá sugestões para uma reforma tributária para buscar o equilíbrio das contas públicas.

Segundo Guardia, as sugestões buscam encontrar uma melhor distribuição da carga tributária, eliminando distorções, como setores que pagam menos imposto hoje e que podem passar a pagar mais. Não haveria, portanto, um aumento da carga tributária, mas uma melhor distribuição dela. Um dos mecanismos para ajustar essa situação seria avaliar o gasto tributário do governo, que são os benefícios e incentivos dadas a empresas. “Não queremos aumentar o nível de tributação, mas temos de redistribuir a carga tributária, para os setores terem cargas semelhantes”, diz. Ente os exemplos de possíveis de fim de incentivos fiscais, ele citou o caso das LCI e LCA, papéis emitidos pelos bancos com lastro em créditos para esses setores, e que hoje são isentas para pessoas físicas. A sugestão feita ao novo governo é que elas passem a pagar imposto de renda igual às aplicações em CDB ou fundos, por exemplo.

“A nossa mensagem do documento é que o problema central é o aumento do gasto e por isso temos de atacar o lado da despesa, particularmente a despesa previdenciária que é urgente e tem de ser enfrentada não só pela questão fiscal mas pela justiça social”, disse. “Não fazemos recomendações de aumento de impostos”, afirmou Guardia. “Colocamos algumas alternativas do lado da receita, pois para corrigir distorções do sistema tributário podemos perder receitas que exigirão compensações”, explicou. Ele deu o exemplo da tributação das empresas, que no Brasil é a maior do mundo. Para aumentar a produtividade e reduzir impostos sobre as empresas, porém, o governo teria de buscar compensações, afirmou o ministro.

“E tem benefícios tributários com os quais não concordamos”, disse, acrescentando que “hoje existe isenção para aplicação em LCI e LCA, isso não vai afetar a população, só aquela parcela que tem acesso a esses produtos, então dizemos que deveria tributar, ser igual para todo mundo, o que não significa aumentar o imposto de quem está nos ouvindo”, destacou. “É simplesmente um tratamento tributário uniforme”, acrescentou.

Não há, porém, garantias de que as propostas feitas pelo ministro serão aceitas pela nova equipe econômica, que já discordou em diversos pontos da atual, incluindo a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer. Além disso, a tributação sobre LCI e LCA afetaria os dois bancos federais, o Banco do Brasil (SA: ), que usa as LCA para financiar a atividade do agronegócio, e a Caixa Econômica Federal, que usa as LCI como fonte de recursos para o crédito imobiliário. Sem o incentivo fiscal, o interesse por esses papéis cairia bastante e os setores poderiam perder recursos mais baratos para se financiar.

Já houve uma tentativa de eliminar a isenção desses papéis durante o governo de Dilma Rousseff, uma vez que eles acabaram provocando distorções no mercado, atraindo recursos de outros investimentos, especialmente fundos. A situação foi parcialmente resolvida com a definição de prazos mínimos de aplicação mais longos.

Além da LCI e da LCA, as Letras Hipotecárias, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA) e os fundos imobiliários são isentos de imposto hoje, sem contar a caderneta de poupança. Caso passem a pagar imposto de renda, as LCI e LCA estariam sujeitas a tributações de 22,5% sobre o rendimento até seis meses, 20% de seis meses a um ano, 17,5% de um ano a dois e 15% acima de dois anos.

Por Arena do Pavini

Seu aluguel dezembro 2018

Seu aluguel dezembro 2018

Seu aluguel Dezembro de 2018. IGP-M de Novembro de 2018 para reajustar seu aluguel de Dezembro/2018

SEU ALUGUEL DEZEMBRO DE 2018: COMO CALCULAR O REAJUSTE ANUAL DO SEU ALUGUEL DE DEZEMBRO DE 2018 COM O IGP-M DE NOVEMBRO DE 2018, PASSO-A-PASSO

Tutorial para lhe ajudar.

PRIMEIRO PASSO! IGP-M de Novembro de 2018: Descobrir a sua data base para fazer o reajuste anual no tempo certo

Observe atentamente de acordo com a data que inicia o seu contrato de aluguel:

Data Base: JANEIRO

Data do inicio do Contrato: Janeiro
Data do fim do Contrato: Dezembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Dezembro

JANEIRO 2014 | JANEIRO 2015 | JANEIRO 2016 | JANEIRO 2017 | JANEIRO 2018

Data Base: FEVEREIRO

Data do inicio do Contrato: Fevereiro
Data do fim do Contrato: Janeiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Janeiro

FEVEREIRO 2014 | FEVEREIRO 2015 | FEVEREIRO 2016 | FEVEREIRO 2017 | FEVEREIRO 2018

Data Base: MARÇO

Data do inicio do Contrato: Março
Data do fim do Contrato: Fevereiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Fevereiro

MARÇO 2014 | MARÇO 2015 | MARÇO 2016 | MARÇO 2017 | MARÇO 2018

Data Base: ABRIL

Data do inicio do Contrato: Abril
Data do fim do Contrato: Março
Índice a ser utilizado: IGP-M de Março

ABRIL 2014 | ABRIL 2015 | ABRIL 2016 | ABRIL 2017 | ABRIL 2018

Data Base: MAIO

Data do inicio do Contrato: Maio
Data do fim do Contrato: Abril
Índice a ser utilizado: IGP-M de Abril

MAIO 2014 | MAIO 2015 | MAIO 2016 | MAIO 2017 | MAIO 2018

Data Base: JUNHO

Data do inicio do Contrato: Junho
Data do fim do Contrato: Maio
Índice a ser utilizado: IGP-M de Maio

JUNHO 2014 | JUNHO 2015 | JUNHO 2016 | JUNHO 2017 | JUNHO 2018

Data Base: JULHO

Data do inicio do Contrato: Julho
Data do fim do Contrato: Junho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Junho

JULHO 2014 | JULHO 2015 | JULHO 2016 | JULHO 2017 | JULHO 2018

Data Base: AGOSTO

Data do inicio do Contrato: Agosto
Data do fim do Contrato: Julho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Julho

AGOSTO 2014 | AGOSTO 2015 | AGOSTO 2016 | AGOSTO 2017 | AGOSTO 2018

Data Base: SETEMBRO

Data do inicio do Contrato: Setembro
Data do fim do Contrato: Agosto
Índice a ser utilizado: IGP-M de Agosto

SETEMBRO 2014 | SETEMBRO 2015 | SETEMBRO 2016 | SETEMBRO 2017 | SETEMBRO 2018

Data Base: OUTUBRO

Data do inicio do Contrato: Outubro
Data do fim do Contrato: Setembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Setembro

OUTUBRO 2014 | OUTUBRO 2015 | OUTUBRO 2016 | OUTUBRO 2017 | OUTUBRO 2018

Data Base: NOVEMBRO

Data do inicio do Contrato: Novembro
Data do fim do Contrato: Outubro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Outubro

NOVEMBRO 2014 | NOVEMBRO 2015 | NOVEMBRO 2016 | NOVEMBRO 2017 | NOVEMBRO 2018

Data Base: DEZEMBRO

Data do inicio do Contrato: Dezembro
Data do fim do Contrato: Novembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Novembro

DEZEMBRO 2014 | DEZEMBRO 2015 | DEZEMBRO 2016 | DEZEMBRO 2017 | DEZEMBRO 2018


SEGUNDO PASSO: IGP-M de Novembro de 2018

Todos os meses, nos seus últimos dias, são publicados as informações do boletim da IBRE/FGV sobre o indexador “O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,49% em novembro, percentual inferior ao apurado em outubro, quando subiu 0,89%. Com este resultado, o índice acumula alta de 8,71% no ano e de 9,68% em 12 meses. Em novembro de 2017, o índice havia subido 0,52% e acumulava queda de 0,86% em 12 meses.”

Você poderá baixar um modelo de aviso: COMUNICADO DE REAJUSTE ANUAL DO ALUGUEL

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AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA

Neste momento de reajuste, o proprietário (locador) e o inquilino (locatário) contratam um corretor de imóveis avaliador para lhes apresentar uma avaliação do imóvel no VALOR DE MERCADO, bem como o valor de mercado para a locação do imóvel em referência. A avaliação imobiliária custa em torno de 3% do valor do imóvel. Será gerado um documento sob a responsabilidade do corretor de imóveis perito avaliador credenciado, por isso é cobrado honorário por este serviço.

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FGTS | Índices do mercado e recursos do FGTS em debate

FGTS

Comissão de Indústria Imobiliária debate índices do mercado e recursos do FGTS

Fonte: CIBIC | 27 de novembro de 2018

A Comissão da Indústria Imobiliária (CII/CBIC) promoveu na sexta-feira (23) a última reunião do ano, e a primeira após eleições presidenciais, que trouxeram grande renovação do Congresso.

O encontro foi importante para debater a mudança política, que implica nova formação do relacionamento com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Estiveram presentes o novo vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Jair Luiz Mahl, e o superintendente nacional de Habitação do banco, Henrique Marra, além de outros representantes do agente financeiro.

Um dos pontos altos da reunião foi a apresentação dos indicadores nacionais do mercado imobiliário referentes ao 3º trimestre de 2018 – divulgados ao público em coletiva nesta segunda-feira (26).

O levantamento é elaborado pela empresa Brain, a partir da coleta de dados de pesquisas feitas pelas entidades associadas. O trabalho faz parte de um dos projetos da CII, em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Outro assunto debatido foi o Projeto de lei da Câmara n° 68, que regulamenta distrato, aprovado nessa quarta (21) pelo Senado Federal. Como houve mudanças, a proposta voltou agora para a Câmara dos Deputados.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, ressaltou a necessidade do setor se mobilizar pela aprovação da medida e buscar esclarecer visões equivocadas de que o projeto prejudica o consumidor.

O Superintendente Nacional de Habitação da Caixa, Henrique Marra, abordou a atuação da entidade e o cenário macroeconômico. Ele apresentou comparativo entre o orçamento previsto pelo banco para habitação em 2018 e o já realizado, e demonstrou que ainda há recursos até o fim do ano.

Também ressaltou a necessidade de buscar novos fundings, já que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é limitado.

Com relação aos recursos do FGTS, Marra explicou qual será a prioridade ao Minha Casa Minha Vida – faixas 1,5, 2 e 3:

  • Contratação de PF de empreendimento em construção (agregação)
  • Unidade complementar para contrato com saldo devedor PJ
  • Unidade complementar para contrato sem saldo devedor PJ
  • Apoio à produção sem PJ
  • Alocação de recursos
  • Apoio à produção com PJ – somente para faixas 2 e 3

Marra ressaltou que para Faixa 1,5 serão contratadas as operações PF vinculadas a PJ já contratados. Quanto às operações PJ, só serão contratadas as que estavam na Caixa até 5 de novembro.

O vice-presidente de habitação do banco, Jair Luiz Mahl, aconselhou que as empresas só façam lançamentos na faixa 1,5, após verificar a existência de recursos disponíveis na Caixa.

Para o presidente da CII, Celso Petrucci, a liberação das contas inativas desequilibrou as contas do FGTS. Ele disse entender que o problema maior não são os subsídios, mas os recursos onerosos para faixa 1,5, 2 e 3.

Segundo Petrucci, como o PMCMV vem ganhando espaço no mercado imobiliário, grandes empresas estão abrindo empresas específicas, o que vai exigir mais recursos onerosos. Ele ressaltou, ainda, a necessidade de se pensar em como encontrar recursos para atender à demanda.

Mercado imobiliário: vendas estáveis e alta nos lançamentos em setembro de 2018

IGM=R

O MERCADO IMOBILIÁRIO NACIONAL APRESENTOU ALTA NOS LANÇAMENTOS E ESTABILIDADE NAS VENDAS NO MÊS DE SETEMBRO

O mercado imobiliário nacional apresentou alta nos lançamentos e estabilidade nas vendas no mês de setembro. Já ao longo do ano, o setor acumula crescimento, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) feita em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Os lançamentos em setembro de 2018 totalizaram 15.574 unidades, alta de 60,9% na comparação com o mesmo mês de 2017. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, os lançamentos totalizaram 66.578 unidades, aumento de 28,5% frente ao mesmo período do ano passado.

O crescimento do mercado no mês foi puxado pelo segmento de imóveis populares, enquadrados no Minha Casa Minha Vida (MCMV), onde os lançamentos totalizaram 14.456 unidades, uma alta de 76,6%. Por sua vez, o segmento de imóveis de médio e alto padrão alcançou 1.118 unidades, baixa de 7,5%.

Vendas

As vendas líquidas (já descontados os distratos) de imóveis novos em setembro totalizaram 7.046 unidades, uma leve queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já no acumulado de janeiro a setembro deste ano, as vendas líquidas totalizaram 61.650 unidades, expansão de 19,3%.

Setembro

No mês de setembro, as vendas dentro do MCMV foram de 5.275 unidades, alta de 4,5%. E no segmento de imóveis de médio e alto padrão, as vendas chegaram a 1.631 unidades, queda de 19,7%.

Distratos

Os cancelamentos de vendas (distratos) consolidados totalizaram 1.818 unidades em setembro (baixa de 42,3%) e chegaram a 21.358 unidades no ano (queda de 18,4%).

Estoque

No fim de setembro, o mercado imobiliário contava com 124.556 unidades novas disponíveis para venda, montante 2,8% maior do que o registrado um ano antes. Considerando o ritmo atual de vendas, seriam necessários 16,1 meses para liquidar esse estoque.

Os dados da pesquisa

Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos (na planta, em obras e recém-construídos) dos segmentos residencial, comercial e loteamentos, de 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação espalhada pelo País e concentração na Região Sudeste.

FONTE: ESTADO DE MINAS

Reajuste de aluguel de Dezembro de 2018 pelo IGP-M de Novembro de 2018

IGP-M de Setembro de 2018

IGP-M de Novembro de 2018 para reajustar seu aluguel de Dezembro/2018

CALCULAR O REAJUSTE ANUAL DO SEU ALUGUEL DE DEZEMBRO DE 2018 COM O IGP-M DE NOVEMBRO DE 2018, PASSO-A-PASSO

2018 terminando, portanto a expectativa é muito boa para 2019. Enquanto, os contratos vão terminando, consequentemente reajustes serão e devem ser efetuados.

Muita gente nos enviando perguntas de como se faz o reajuste do contrato do meu aluguel? Muitas dúvidas surgem nesse momento!

Porque a maioria não sabe como funciona um contrato de aluguel. Por isso, resolvi escrever esta explicação para cada mês.

Escrito de uma forma didática, passo-a-passo para facilitar a sua compreensão, com gráficos, imagens e vídeos. E, mesmo assim, se houver dúvida, preencha o formulário no final desta publicação.

Para isso, algumas informações importantes serão utilizadas a principal para este passo-a-passo é o indexador IGP-M. Ele foi publicado no final de Novembro, por isso, chamado de IGP-M de Novembro de 2018, publicado pela FGV Fundação Getúlio Vargas. Vamos lhe ajudar, neste passo-a-passo, a solucionar o cálculo do reajuste do seu aluguel e todos os procedimentos necessários, tanto para o inquilino (LOCATÁRIO), como para o proprietário (LOCADOR).

PERGUNTAS FREQUENTES DOS LEITORES

  • Quando fazer o reajuste do seu aluguel? Descubra primeiro qual é a sua data base ou aniversário do seu contrato para fazer o reajuste
  • Todo inicio de ano eu tenho que ajustar os alugueis? Não! O reajuste se faz anualmente na sua data base ou seja no aniversário do seu contrato
  • Como fazer o reajuste do seu aluguel? Você vai multiplicar o índice IGP-M pelo seu aluguel e depois você soma o resultado ao aluguel, isso, uma vez por ano, na data base ou seja no aniversário do seu contrato
  • O que pode e o que não pode fazer no reajuste do seu aluguel? No passo-a-passo você aprender como isso funciona

Então, vamos esclarecer …

Não importa em que dia do mês seu contrato iniciou, O que importa é o mês que iniciou. Que neste caso, é Dezembro! Qualquer que seja o dia, sempre será o mês que vai validar!

Apenas mudar de ano, ou seja, passar de um ano civil para o outro, não autoriza aumentar ou diminuir seu aluguel. Ele permanece com o mesmo valor todos meses. Cada mês que vence você paga o mesmo valor do primeiro mês até o último mês do contrato de 12 meses. Ou seja, até o dia da renovação.

Vamos supor que meu contrato iniciou em Dezembro de 2017, agora em Dezembro de 2018 ele será alterado através da renovação de contrato.

E o índice utilizado para essa renovação será IGP-M de Novembro de 2018!

Todos os meses, no final de cada mês, a FGV Fundação Getúlio Vargas publica os resultados de vários índices que compõem o IGP-M. Isto não significa que seu aluguel será corrigido todos meses, gerando assim, cada mês um valor de aluguel diferente. Não! Significa apenas que durante esse período que você está alugando, naquele mês algo aconteceu com a economia que gerou inflação, ou seja, seu dinheiro ficou “barato”, e daí você vai precisar de mais dinheiro para pagar as mesmas coisas. Ou, se, houve uma deflação, que é quando seu dinheiro ficou mais “caro”, ou melhor, você precisa de pouco dinheiro para comprar as mesmas coisas.

Um ano, 12 meses, é muito tempo. Muitas coisas podem acontecer. Então, prevalece calcular o seu reajuste ao término dos 12 meses. Assim, se faz o reajuste utilizando o IGP-M dos últimos 12 meses, o seu valor acumulado em 12 meses é de 9,68%.

Atualizando suas informações

Vamos identificar o que já descobrimos sobre seu contrato até agora:

Data do início do Contrato: Dezembro
Data do fim do Contrato: Novembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Novembro de 2018

Uma vez que você já saiba qual é o período do seu contrato, ou seja, início e fim, inicia em Dezembro de cada ano, e termina em Novembro de cada ano, agora você precisa saber sobre o INDEXADOR. Normalmente o indexador mais usado para contratos de aluguel tanto residencial como comercial é o IGP-M Índice Geral de Preços – Mercado, que é publicado pela FGV Fundação Getúlio Vargas nos últimos dias de Novembro. Para este mês usaremos IGP-M de Novembro de 2018.

INDEXADOR: IGP-M

Quando o seu contrato possui uma referência, ou seja, um indexador, tal como o IGP-M/FGV, fica mais fácil para calcular o reajuste. Basta multiplicar o valor acumulado dos últimos 12 meses. Desta vez utilizaremos o IGP-M de Novembro de 2018.

Por que reajustar o aluguel?

Mas, por que é preciso reajustar seu aluguel? O reajuste faz com que o aluguel não fique defasado diante da inflação ou deflação.

Atenção! Este é apenas um exemplo, o cálculo deste mês está a baixo, certo??

Saiba a diferença entre inflação e deflação:

  • Na inflação, você precisará de mais dinheiro para pagar o mesmo valor (poder de compra) do início do contrato que firmou. Por exemplo, seu aluguel no início era R$ 500,00, depois de 12 meses, a inflação acumulada em 12 meses atingiu +10%, ou seja, para pagar o mesmo valor inicial, será preciso mais dinheiro. Veja, você vai precisar de mais R$ 50,00 (10%). Então, seu aluguel de R$ 500,00 passará para R$ 550,00;
  • Já, na deflação, você precisará de menos dinheiro (o seu dinheiro valorizou, você terá mais pode de compra). Por exemplo, seu aluguel no início era R$ 500,00, depois de 12 meses, a inflação acumulada em 12 meses atingiu 10%, ou seja, para pagar o mesmo valor inicial, será preciso menos dinheiro. Veja, você vai precisar de menos R$ 50,00 (10%). Então, seu aluguel de R$ 500,00 passará para R$ 450,00

Deixe seu imóvel sob a administração da DERVILLE Imóveis solicite um orçamento para derville@dervilleimoveis.com.br.


PRIMEIRO PASSO! IGP-M de Novembro de 2018: Descobrir a sua data base para fazer o reajuste anual no tempo certo

Observe atentamente de acordo com a data que inicia o seu contrato de aluguel:

Data Base: JANEIRO

Data do inicio do Contrato: Janeiro
Data do fim do Contrato: Dezembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Dezembro

JANEIRO 2014 | JANEIRO 2015 | JANEIRO 2016 | JANEIRO 2017 | JANEIRO 2018

Data Base: FEVEREIRO

Data do inicio do Contrato: Fevereiro
Data do fim do Contrato: Janeiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Janeiro

FEVEREIRO 2014 | FEVEREIRO 2015 | FEVEREIRO 2016 | FEVEREIRO 2017 | FEVEREIRO 2018

Data Base: MARÇO

Data do inicio do Contrato: Março
Data do fim do Contrato: Fevereiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Fevereiro

MARÇO 2014 | MARÇO 2015 | MARÇO 2016 | MARÇO 2017 | MARÇO 2018

Data Base: ABRIL

Data do inicio do Contrato: Abril
Data do fim do Contrato: Março
Índice a ser utilizado: IGP-M de Março

ABRIL 2014 | ABRIL 2015 | ABRIL 2016 | ABRIL 2017 | ABRIL 2018

Data Base: MAIO

Data do inicio do Contrato: Maio
Data do fim do Contrato: Abril
Índice a ser utilizado: IGP-M de Abril

MAIO 2014 | MAIO 2015 | MAIO 2016 | MAIO 2017 | MAIO 2018

Data Base: JUNHO

Data do inicio do Contrato: Junho
Data do fim do Contrato: Maio
Índice a ser utilizado: IGP-M de Maio

JUNHO 2014 | JUNHO 2015 | JUNHO 2016 | JUNHO 2017 | JUNHO 2018

Data Base: JULHO

Data do inicio do Contrato: Julho
Data do fim do Contrato: Junho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Junho

JULHO 2014 | JULHO 2015 | JULHO 2016 | JULHO 2017 | JULHO 2018

Data Base: AGOSTO

Data do inicio do Contrato: Agosto
Data do fim do Contrato: Julho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Julho

AGOSTO 2014 | AGOSTO 2015 | AGOSTO 2016 | AGOSTO 2017 | AGOSTO 2018

Data Base: SETEMBRO

Data do inicio do Contrato: Setembro
Data do fim do Contrato: Agosto
Índice a ser utilizado: IGP-M de Agosto

SETEMBRO 2014 | SETEMBRO 2015 | SETEMBRO 2016 | SETEMBRO 2017 | SETEMBRO 2018

Data Base: OUTUBRO

Data do inicio do Contrato: Outubro
Data do fim do Contrato: Setembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Setembro

OUTUBRO 2014 | OUTUBRO 2015 | OUTUBRO 2016 | OUTUBRO 2017 | OUTUBRO 2018

Data Base: NOVEMBRO

Data do inicio do Contrato: Novembro
Data do fim do Contrato: Outubro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Outubro

NOVEMBRO 2014 | NOVEMBRO 2015 | NOVEMBRO 2016 | NOVEMBRO 2017 | NOVEMBRO 2018

Data Base: DEZEMBRO

Data do inicio do Contrato: Dezembro
Data do fim do Contrato: Novembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Novembro

DEZEMBRO 2014 | DEZEMBRO 2015 | DEZEMBRO 2016 | DEZEMBRO 2017 | DEZEMBRO 2018


SEGUNDO PASSO: IGP-M de Novembro de 2018

As vantagens aumentam quando as informações são precisas. Quando as orientações profissionais dinamizam suas decisões. Portanto, trabalhar com a DERVILLE Imóveis torna-se um grande passo para o sucesso nos seus negócios imobiliários.

 

IGP-M de Novembro de 2018: O REAJUSTE ANUAL DO SEU ALUGUEL PARA CONTRATOS FIRMADOS EM DEZEMBRO

Todos os meses, nos seus últimos dias, são publicados as informações do boletim da IBRE/FGV sobre o indexador “O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,49% em novembro, percentual inferior ao apurado em outubro, quando subiu 0,89%. Com este resultado, o índice acumula alta de 8,71% no ano e de 9,68% em 12 meses. Em novembro de 2017, o índice havia subido 0,52% e acumulava queda de 0,86% em 12 meses.”

Depois desta informação, o que você deve fazer?

O primeiro é entender os tipos de reajustes para o seu aluguel tanto residencial como comercial!

TIPOS DE REAJUSTES DE ALUGUEL

Antes de conhecer os tipos de reajustes permitidos, observe os tipos que são PROIBIDOS:

  • É PROIBIDO reajustar seu aluguel pela variação cambial de uma moeda estrangeira;
  • É PROIBIDO reajustar seu aluguel com base no salário mínimo.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 17. É livre a convenção do aluguel, vedada a sua estipulação em moeda estrangeira e a sua vinculação à variação cambial ou ao salário mínimo.

Os reajustes para a locação são dois tipos:

  1. REAJUSTE ANUAL (para manter o poder de compra, em função da inflação ou deflação do período contratado, para tanto, usa-se um indexador – geralmente o IGP-M)
  2. REAJUSTE TRI-ANUAL (para assegurar a proporção da “renda” em função do valor de mercado do imóvel locado – que gira em torno de 0,5% a 1,1% para os imóveis residenciais)

Na hora de compor o contrato de locação tanto o Locador (Proprietário ou responsável pelo imóvel) como o Locatário (Inquilino) deverão escolher, de comum acordo, a forma que será estabelecida no que se refere aos reajustes durante o contrato ou na sua renovação anual. Por isso, não pode ficar mudando os detalhes durante o contrato firmado! Alguns escolhem pôr em seus contratos: “no maior índice” ou ainda uma relação de índices para serem escolhidos na hora do reajuste. Tudo isso leva a nulidade do contrato.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 18. É lícito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste.

IGP-M de Novembro de 2018: Reajuste anual

Este reajuste é para manter o poder de compra em função da inflação ou deflação do período do contratoIGP-M de Novembro de 2018

Este reajuste ocorre uma vez por ano no mês de aniversário do seu contrato ou DATA BASE.

Lembre-se que você mora 30 dias, depois paga pelo período que morou.

NÃO pode pagar para morar!

A Lei do Inquilinato é clara em dizer que você mora e depois paga pelo uso.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 43. Constitui contravenção penal, punível com prisão simples de cinco dias a seis meses ou multa de três a doze meses do valor do último aluguel atualizado, revertida em favor do locatário:
I – exigir, por motivo de locação ou sublocação, quantia ou valor além do aluguel e encargos permitidos;
II – exigir, por motivo de locação ou sublocação, mais de uma modalidade de garantia num mesmo contrato de locação;
III – cobrar antecipadamente o aluguel, salvo a hipótese do art. 42 e da locação para temporada.

Na maioria dos contratos de locação, tanto residencial como comercial, o IGP-M é o indexador mais utilizado, pois é o que mais reflete a variação econômica para este segmento.

VAMOS CALCULAR COM O IGP-M DE NOVEMBRO DE 2018: CONTRATOS FIRMADOS EM DEZEMBRO

Portanto, para os contratos firmados em Dezembro de cada ano, serão feitos os seguintes cálculos:

  • Data do inicio do Contrato: Dezembro
  • Data do fim do Contrato: Novembro
  • Índice a ser utilizado: IGP-M de Novembro de 2018
  • Data Base (Aniversário) do Contrato: Dezembro/2017
  • Data de Reajuste do Contrato: Dezembro/2018
  • Data do Vencimento do Aluguel reajustado: 05/Janeiro/2018 (pode ser outra data em Janeiro/2018 – será a data que você vai pagar o aluguel)
  • Aluguel Atual: R$ 500 (EXEMPLO)
  • IGP-M acumulado nos últimos 12 meses: 9,68% (em decimais 0,0968)
Passo-a-passo o cálculo
A) TRANSFORME A PORCENTAGEM EM DECIMAL
9,68% dividido por 100 = 0,0968
B) MULTIPLIQUE PELO ALUGUEL
R$ 500 x 0,0968 = R$ 48,40
C) AGORA SOME O ALUGUEL + REAJUSTE
R$ 500 + R$ 48,40 = R$ 548,40

Portanto, o aluguel reajustado passará de R$ 500 para R$ 548,40 mensais para o período de Dezembro/2018 a Novembro/2019, sendo o seu primeiro vencimento em Janeiro/2019. Você está utilizando o IGP-M de Novembro de 2018!


NÃO SE ESQUEÇA DO RECIBO!!!

Quanto ao recibo de pagamento do aluguel Aluguel pago, gera-se um recibo por parte do Locador.

Isto é obrigatório!!!!.
LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)
Art. 44. Constitui crime de ação pública, punível com detenção de três meses
a um ano, que poderá ser substituída pela prestação de serviços à comunidade:
I – recusar se o locador ou sublocador, nas habitações coletivas multifamiliares, a fornecer recibo discriminado do aluguel e encargos

Reajuste tri-anual para assegurar a proporção do aluguel com o valor do imóvel

Outro reajuste é pelo valor de mercado que ocorre a cada 36 meses de contrato.

Como funciona

Entendendo que a cada 3 (três) anos ou 36 (trinta e seis) meses, muitas coisas podem mudar. Inflação ou deflação na economia. Quando a inflação ocorre, você vai precisar de mais dinheiro para comprar a mesma coisa que você comprava antes, então o preço sobe. Mas, se houver deflação, ocorrerá o contrário, o dinheiro valoriza, e com pouco dinheiro você comprará a mesma coisa, então os preços abaixam.

Faça o cálculo

Se você é proprietário de um imóvel e pretende ter renda com a locação então você deverá fazer um cálculo sobre o preço atual do seu imóvel. Vamos supor que seu imóvel valha em torno de R$ 105.180,00 e você pretenda ter uma renda de 0,5% (meio por cento) mensal. Num cálculo simples, teremos R$ 525,90. Claro que neste cálculo desprezamos uma série de fatores que não foram levados em conta. Mas, só para você ter uma ideia como isso funciona.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)
Art. 19. Não havendo acordo, o locador ou locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustálo ao preço de mercado.

Como eu posso saber se já está na hora de fazer uma avaliação a preço de mercado?

Você deve ter um administrador para os contratos e para seus imóveis. Locação não é brincadeira. Você não pode negligenciar a renda do seu patrimônio. Você precisa de alguém que cuide de cada detalhe. Não basta conseguir um inquilino que pague em dia se o seu imóvel está sendo desvalorizado todos os dias! Agora veja se é o seu caso:

Período Meses de Contrato Indexador
DEZ/15 – NOV/16 12 meses INÍCIO DE CONTRATO
DEZ/16 –NOV/17 24 meses IGPM/FGV
DEZ/17 – NOV/18 36 meses IGPM/FGV
DEZ/18 – NOV/19 12 meses Valor de Mercado
ATENÇÃO!!!

Tanto o proprietário como a administradora da locação do imóvel, devem enviar um aviso com até 30 dias de antecedência ao inquilino e ao seu fiador comunicando a forma do reajuste que será adotado. Procure desenvolver um calendário de compromissos com os contratos e a locação. Para a Data Base: NOVEMBRO, este aviso deverá ser feito até dia 30 de Outubro! Neste prazo o inquilino e seu fiador poderão:

  1. aceitar esta proposta de continuidade com o reajuste proposto, ou
  2. apresentar uma contra-proposta, ou
  3. negar a proposta escolhendo sair do imóvel em até 30 dias após o término do contrato.

Você poderá baixar um modelo de aviso: COMUNICADO DE REAJUSTE ANUAL DO ALUGUEL

Se você precisa alugar, então, consulte os imóveis que temos para locação! Aqui

AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA

Neste momento de reajuste, o proprietário (locador) e o inquilino (locatário) contratam um corretor de imóveis avaliador para lhes apresentar uma avaliação do imóvel no VALOR DE MERCADO, bem como o valor de mercado para a locação do imóvel em referência. A avaliação imobiliária custa em torno de 3% do valor do imóvel. Será gerado um documento sob a responsabilidade do corretor de imóveis perito avaliador credenciado, por isso é cobrado honorário por este serviço.

Solicite um orçamento na DERVILLE Imóveis – atendemos Curitiba e Região. Conheça os nossos serviços na Administração da Locação do seu imóvel DERVILLE IMÓVEIS – Avaliação Imobiliária Se você mora em Curitiba/PR ou Região Metropolitana ou São Paulo/SP ou Região Metropolitana, solicite um orçamento para avaliação do seu imóvel:

Se tiver alguma dúvida, agora você poderá contratar seu cálculo personalizado por R$ 87,00 (Oitenta e sete Reais). Com as seguintes orientações:

  • Conheça seu contrato
  • Planilha de controle de aluguel
  • Reajuste do seu aluguel
  • Respondendo suas dúvidas

Preencha este formulário:

DERVILLE Imóveis

(41) 99178-6464 – Vivo WathsApp Telegram

(41) 99822-3411 – Tim WathsApp Telegram

Skype: derville.imoveis | derville@dervilleimoveis.com.br

Boom imobiliário: O que se espera de 2019 para o mercado imobiliário no Brasil

IGM=R

‘Nada vai segurar o boom imobiliário’

Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresário espera um novo ciclo de crescimento para o setor

Entrevista com Elie Horn, presidente do conselho de administração da Cyrela

Fonte: Circe Bonatelli, O Estado de S.Paulo |  28 Novembro 2018 | 04h00

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios. Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro.

Embora continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidên‘Nada vai segurar o boom imobiliário’ Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresários da construção civil esperam um novo ciclo de crescimento para o setor.cia para os filhos Raphael e Efraim. Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltado para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais. A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%. O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. A seguir, trechos da entrevista.

Qual sua expectativa para o País em 2019?

Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

O sr. acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?

O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?

Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

O sr. planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?

Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.

E como estão os efeitos dos distratos?

O distrato é uma tristeza econômica, política e até moral, pois não é normal que o vendedor receba o apartamento de volta depois de vendido. O incorporador toca as obras com o valor recebido das vendas. Se tem de devolver o dinheiro do apartamento, como fica? A empresa morre. Só sobrevivemos por milagre. Temos um caixa sólido e bom planejamento, mas muitas empresas não sobreviveram.

O sr. ficou satisfeito com o teor da lei dos distratos? O projeto aprovado na semana passada no Senado, e que agora segue para a Câmara, prevê multa de até 50% para o comprador do imóvel que optar pela rescisão do negócio. Até então, a multa era decidida por juízes e oscilava entre 10% e 25%.

Se for aprovado, sim (risos).

Se a lei de distratos for mesmo aprovada, quais seriam as consequências imediatas para o setor?

Nós aumentaríamos os investimentos imobiliários. A regulamentação destrava decisões de investimento ao se gerar mais confiança e garantias. É uma virada de mesa. Daria início a um novo ciclo para o setor. Após superados anos de crise e com os distratos resolvidos, não tem mais nenhum problema que irá segurar o boom imobiliário. Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado. Nós crescemos 100% ao ano por dois anos seguidos lá trás. Isso foi muito indigesto.

Os problemas desse crescimento exagerado afetam o balanço da empresa ainda hoje. Isso está superado?

Infelizmente tivemos problemas do passado com sócios e empreendimentos locais (fora de São Paulo, local de origem da Cyrela), que mexeram com os resultados da empresa. Espero que não tenhamos mais surpresas negativas. E também tivemos muitos distratos, que afetaram os resultados. Foram R$ 9 bilhões de imóveis em distratos nos últimos cinco a seis anos, isso é uma fortuna. Uma empresa só aguenta isso se for muito bem preparada financeiramente. Acho que a partir de 2019, sem mais surpresas negativas, iremos entrar em resultados positivos por muito tempo.

Como a Cyrela vai se posicionar nesse potencial ciclo de crescimento?

Temos de vender bastante e aproveitar todas as faixas do mercado possíveis. Erramos ao atrasar a entrada no Minha Casa Minha Vida, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País. Até alguns poucos meses atrás, as únicas empresas do setor que ganhavam dinheiro eram aquelas que estavam no Minha Casa.

Há segurança de que o novo governo dará continuidade ao Minha Casa Minha Vida?

O Minha Casa e o Bolsa Família sustentam uma grande parte da população. São dois projetos que não devem cair. E quem não fizer o Minha Casa corre o risco de ficar alienado, porque o programa já responde por mais da metade do mercado. Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do Minha Casa sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%. Mas isso pode variar.

O sr. criou uma nova ONG. Qual o objetivo dela?

Ela se chama Bem Maior e engloba um conjunto de dez causas, como combate à pobreza, defesa do meio ambiente, ataque à corrupção na política, auxílio aos idosos, e assim por diante. A ideia é promover a cultura da doação e cutucar o povo brasileiro a doar mais. Nossa meta é multiplicar por dois o PIB social brasileiro, de 0,2% para 0,4%. Já temos uma presidente para a ONG, que é a Carola Matarazzo. Ela foi presidente da Liga das Senhoras Católicas por 18 anos, tem muita experiência. Quem não doa dinheiro, não doa dedicação de si, não doa o que puder, vai sofrer na alma. O dinheiro foi feito para gerar prosperidade. A lei de Deus é dar, não só guardar.

IGMI-R OUTUBRO 2018

IGM=R

IGMI-R OUTUBRO 2018

O IGMI-R/ABECIP teve uma variação positiva de 0,08% em outubro, ligeiramente inferior à observada em setembro (0,10%). A taxa de variação acumulada em 12 meses subiu para 0,70%, completando cinco meses de aumentos consecutivos. Entre as nove capitais cobertas pelo IGMI-R/ABECIP, Recife foi a única com retração de preços nominais dos imóveis residenciais em outubro. Na perspectiva da variação acumulada em doze meses, apenas Recife e o Rio de Janeiro ainda apresentam variações nominais negativas.

IGMI-R OUTUBRO 2018: Comparações entre 2017 e 2018

Quando comparadas as variações acumuladas nos dez primeiros meses do ano em 2018 e 2017, o quadro é mais favorável para todas as capitais. Enquanto todas menos Curitiba tiveram quedas entre janeiro e outubro de 2017, apenas o Rio de Janeiro e Recife ainda apresentam variações nominais negativas nos preços dos imóveis residenciais no mesmo período de 2018. Ainda assim, deve-se ressaltar que nestes dois casos o ritmo de queda teve uma desaceleração, indicando uma tendência de estancamento das perdas nominais. Ainda sob a perspectiva das variações acumuladas em 12 meses, os destaques positivos ficam por conta de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Goiânia, com aumentos superiores a 1,30% em todos os casos.

A redução da incerteza

A evolução recente favorável dos índices de preços ao consumidor, a redução da incerteza com relação ao quadro político e a retomada gradual do nível de atividades devem propiciar a continuidade da trajetória de aumento dos preços nominais dos imóveis residenciais. O aumento do ritmo desta retomada ainda está condicionado ao conjunto de reformas do lado fiscal capazes de criar um ambiente mais favorável para os investimentos.

BRASIL E 9 CAPITAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ramada em Ponta Grossa

Hotelaria

Novo projeto hoteleiro de Ponta Grossa (PR) vai receber R$ 25 mi em investimentos

Autor: Filip Calixto |  |08/11/2018

Previsto para 2021, novo projeto hoteleiro de Ponta Grossa (PR) vai receber R$ 25 mi em investimentos. A abertura deve ocorrer no segundo semestre de 2021

A cidade de Ponta Grossa, no interior paranaense, terá em breve um reforço de peso em sua oferta hoteleira. Desenvolvido pela Pedra do Sol Empreendimentos, está previsto para o segundo semestre de 2021 um hotel de marca internacional, com perfil corporativo. A unidade tem investimento previsto de R$ 25 milhões e a gestão deve ser feita pela bandeira Ramada, no Brasil representada pela Vert Hotéis.

À frente do projeto, José Francisco de Freitas, diretor da construtora, explica o passo a passo do projeto até agora. Segundo informa o executivo, a ideia nasceu há cerca de três anos. Nesse momento já era intenção ter uma marca internacional para estampar seu nome na fachada da unidade.

No momento seguinte os desenvolvedores escolheram o terreno – um lote no bairro de Oficinas –, o projeto arquitetônico e encomendaram um estudo de viabilidade de mercado. Esse estudo, inclusive, foi a etapa que confirmou as boas possibilidades para o hotel, segundo comenta o diretor.

O resultado do estudo respondeu algumas inquietações dos construtores. As dúvidas eram: se era viável construir um hotel em Ponta Grossa; o tamanho que esse hotel deveria ter; e qual a rentabilidade esperada para esse empreendimento. “Sendo esta última pergunta crucial para conseguirmos atrair investidores para o empreendimento”, lembra Freitas.

Mas com as perguntas respondidas o projeto agora já está em andamento. As obras começaram em julho e toda a fase de fundação já foi concluída. “Agora estamos executando as demais disciplinas subterrâneas como rede hidro sanitária, drenagem do terreno, rede de gás, aterramento do edifício, etc”, comenta o dirigente. “As próximas fases serão executar o piso térreo e início de execução das lajes superiores”, completa.

Novo hotel de Ponta Grossa

Segundo informa o planejamento da obra, o empreendimento terá 156 apartamentos. Sobre a viabilidade financeira do projeto, Feitas explica que a propriedade será aberta a investidores individuais que vão pagar parte dos custos e lucrar com a operação quando essa for iniciada.

Apontada como futura administradora, a Vert Hotéis preferiu não comentar a abertura, por ora.

Fonte: https://hoteliernews.com.br/