MASP 70 anos

O MASP está comemorando 70 anos! Poucos conseguem viver tão intensamente durante tantos anos. Desde muito pequeno ouvi dizer e iniciei minhas visitas no MASP. Mas, vê-lo chegar a 70 anos é indiscutivelmente maravilhoso. MASP é a sigla de Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, localizado na avenida Paulista, na capital de São Paulo. Considerado uma das principais instituições culturais do Brasil, abrigando ininterruptas exposições artísticas de grandes nomes da arte moderna e contemporânea. Fomos lá comemorar pessoalmente!

MASP 70 ANOS

O MASP, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, oficialmente inaugurado em 2 outubro de 1947, na rua 7 de abril, na sede dos Diários Associados, em São Paulo. Para comemorar seus 70 anos de existência, o Museu ofereceu uma intensa programação gratuita, com shows, oficinas, visitas, palestra, seminário e filmes. Para acompanhar sua programação acesse o MASP

MASP 70 anos
Vista externa do MASP na avenida Paulista, década de 1980 – Foto: Luiz Hossaka – Arquivo da Biblioteca e Centro de Documentação do MASP.

Na avenida Paulista aberta a transeuntes, o Vão Livre com shows de músicos independentes. Programações de artes diversas e de altíssima qualidade.

EXPOSIÇÕES 2018

Aleijadinho (título a confirmar)
Março a junho de 2018
Curadoria: Rodrigo Moura

A exposição de Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho (Vila Rica, atual Ouro Preto, Minas Gerais, 1738 – 1814) pretende reunir, de maneira inédita, uma grande apresentação da obra desse artista negro, considerado um dos principais expoentes do barroco brasileiro. A mostra conta com empréstimos de alguns museus e congregações religiosas, que, além de esculturas devocionais, inclui também trabalhos de outros artistas que retratam a formação do mito Aleijadinho ao longo dos séculos 19 e 20. A exposição lança um olhar renovado sobre a produção desse artista, ao incluí-la no contexto das histórias afro-atlânticas, relacionando-a com temas como raça e escravidão no Brasil.

Maria Auxiliadora da Silva (título a confirmar)
Março a junho de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa e Fernando Oliva

A exposição sobre a artista Maria Auxiliadora da Silva (Campo Belo, Minas Gerais, 1935 – São Paulo, 1974) reúne cerca de 70 pinturas, apresentadas sob diferentes agrupamentos, como “vida cotidiana”, candomblé/umbanda/orixás”, “manifestações populares”, “auto-retratos” e outros. Maria Auxiliadora da Silva foi uma artista autodidata afro-brasileira. Começou a desenhar com carvão ainda na adolescência, depois passando para a pintura a óleo, que praticou até o final da vida. A artista desenvolveu uma técnica própria, baseada na mistura de massa de poliéster com o próprio cabelo, dando assim origem a volumes e texturas em suas telas. A exposição de Maria Auxiliadora se insere no contexto do programa de revisão da produção de alguns artistas que, por diversos motivos, não tiveram suas obras incluídas nas narrativas hegemônicas da arte brasileira.

Emanoel Araújo (título a confirmar)
Abril a julho de 2018
Curadoria: Tomás Toledo

Nome fundamental do cenário artístico brasileiro, o curador e artista Emanoel Araújo (Santo Amaro, Bahia, 1940) iniciou sua produção em arte na década de 1960. Sua obra, fundamentalmente escultórica, é caracterizada pelo construtivismo geométrico e pela influência de temáticas afro-brasileiras. A exposição de Emanuel Araújo dá ênfase aos trabalhos que lidam com as simbologias das religiões afro-brasileiras, como as diversas esculturas que representam orixás do candomblé, e com obras que tematizam as relações afro-atlânticas, presentes em sua série de navios negreiros.

Histórias afro-atlânticas
Junho a outubro de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Schwarcz e Tomás Toledo

O Museu de Arte de São Paulo e o Instituto Tomie Ohtake organizam, em conjunto, a exposição “Histórias afro-atlânticas“, que reúne uma ampla seleção de obras de arte e documentos relacionados aos “fluxos e refluxos” (usando a famosa expressão de Pierre Verger) entre a África, as Américas, o Caribe e também a Europa. Contemplando trabalhos do século 16 ao 21, a mostra inclui uma variedade de temas que organizam seus diversos núcleos, alguns dos quais estavam presentes em “Histórias mestiças“, exposição com curadoria de Adriano Pedrosa e Lilia Schwarcz apresentada no Instituto Tomie Ohtake, em 2014: retratos, vida cotidiana, viagens e tráfico, punições e revoltas, festas e religiões, liberdades e abolições, ativismos, abstrações e modernismo africano.

Dois seminários foram realizados no MASP sobre o assunto, o primeiro em 28 e 29 de outubro de 2016, o segundo em 21 e 22 de outubro de 2017, reunindo especialistas em vários domínios e temas, como história da arte, sociologia, história e antropologia. Um terceiro seminário acontecerá no Instituto Tomie Ohtake durante a exposição.

Melvin Edwards (título a confirmar)
Agosto a novembro de 2018
Curadoria: Rodrigo Moura

A exposição de Melvin Edwards (Houston, Texas, Estados Unidos, 1937) vai reunir obras de sua célebre série Lynch Fragments, produzida desde os anos 1960 até hoje. Nessas esculturas de parede, o artista reúne diversos objetos em metal, como correntes e ferramentas de trabalho, para lidar com questões como raça, violência, trabalho e escravidão, especificamente no contexto da diáspora africana. Esta será uma importante mostra em profundidade do artista, considerado uma das principais referências entre artistas afro-americanos em atividade.

Rubem Valentim (título a confirmar)
Agosto a novembro de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa e Fernando Oliva

A exposição em torno da obra de Rubem Valentim (Salvador, 1922 – São Paulo, 1991) reúne cerca de 60 trabalhos com o propósito de rever a produção desse fundamental artista brasileiro do século 20, responsável por promover potentes articulações entre os elementos da tradição ocidental e as raízes africanas da cultura brasileira. Pintor, escultor e gravador, Rubem Valentim cresceu em contato íntimo com a religiosidade sincrética afro-brasileira: sua família era católica, mas o artista também frequentava terreiros de candomblé. Já adulto, Valentim relataria seu deslumbramento tanto com os ritos afro-brasileiros quanto com a imaginária das igrejas cristãs, especialmente os santos barrocos.

Nas obras de Valentim há uma interpenetração muito sutil e precisa entre a estrutura de base construtiva e a iconografia e o colorido herdados do universo mágico e religioso afro-brasileiro. Nesse sentido, podemos dizer que Valentim é um dos artistas que, de maneira mais completa e ambiciosa, realizou o desejo antropofágico da cultura brasileira – a ideia, lançada pelo poeta Oswald de Andrade no final dos anos 1920, que propunha “deglutir” o legado cultural europeu, “digeri-lo” e então devolvê-lo ao mundo sob a forma de uma arte tipicamente brasileira.

Sônia Gomes (título a confirmar)
Novembro de 2018 a fevereiro de 2019
Curadoria: Camila Bechelany

As esculturas e instalações de Sônia Gomes (Caetanópolis, Minas Gerais, 1948) são feitas a partir de materiais residuais, principalmente têxteis e outros objetos diversos. Ela constrói estruturas envolvidas ou inteiramente construídas de tecidos, muitas vezes antigos, e originários do acervo familiar. Caetanópolis, cidade natal de Gomes, é importante centro de manufatura têxtil e a infância da artista foi marcada pelo universo da costura e do bordado. Sua produção visual remete a práticas artesanais brasileiras: as amarrações, nós, patuás, trouxas e tramas que compõem o trabalho lembram detalhes de vestimentas que encontramos em festas populares, como a folia de reis e o congado – expressões culturais afro-brasileiras – mas também à tradição de bordadeiras e rendeiras de Minas Gerais, todos parte de sua formação artística.

Pedro Figari (título a confirmar)
Novembro de 2018 a fevereiro de 2019
Curadoria: Adriano Pedrosa e Mariana Leme

Pedro Figari (Montevidéu, Uruguai, 1861-1938), artista branco, é um dos grandes representantes do modernismo uruguaio, unindo, em sua pintura, um estilo muito particular de gestos, manchas e movimento, e um desejo de explorar uma América Latina autônoma, baseada em suas raízes históricas e étnicas. Neste sentido, Figari atuou durante grande parte de sua vida como advogado de destacada voz pública, defendendo temas ligados aos direitos humanos, à educação e à arte. Foi diretor da Escola de Artes e Ofícios em Montevidéu e ali defendeu a fusão entre indústria e arte com uma identidade latino-americana, visando fomentar “a mentalidade nacional com critérios próprios”. Aos 60 anos passa a se dedicar à pintura, retratando o passado do país, com cenas cotidianas, casamentos, bailes, paisagens e festas populares, sobretudo das comunidades afro-uruguaias. Destacam-se, em suas pinturas, representações do candombe, dança de origem afro-americana que se praticava em grupo – sendo que uma das mais significativas desse conjunto faz parte do acervo do MASP. O foco da exposição será o das narrativas afro-uruguaias: além das danças do candombe, estarão expostas representações de festas negras, cenas de trabalho, passeios, entre outros, retratando a expressiva presença dessa população em seu país.

Lucia Laguna (título a confirmar)
Dezembro de 2018 a março de 2019
Curadoria: Isabella Rjeille

Fomos visitar o museu!

Agora um pouco de história

MASP 70 ANOS

Assim trouxemos um pouco para compartilhar com você

Novas exposições no Museu da Gravura Cidade de Curitiba

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Novas exposições ocupam as salas do Museu da Gravura Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, a partir do dia 16/07/15. Serão inauguradas três mostras individuais de artistas paranaenses consagrados – Luiz Carlos Rettamozo, Key Imaguire Jr e Maria Lúcia de Júlio –, uma mostra de acervo reunindo obras de Renina Katz, e uma coletiva de sete artistas que respondem à indagação “O Céu é o Limite?” por meio de fotografias, objetos, instalações, performances e videoarte. A inauguração será às 19h e as exposições permanecem em cartaz até 13 de setembro.

Produção multimídia

Na exposição “Quem Tem Q.I. Vai (Solda e Leminski)”, o artista multimídia Luiz Rettamozo apresenta um recorte da sua produção abrangendo diversas fases. O recorte foca dois dos seus principais instrumentos – o fator performático e o fator gráfico numa variedade de manifestações em que o texto poético está presente com muita potência e humor. Essa combinação de fatores fez de Rettamozo um dos artistas precursores do perfil bem contemporâneo do artista polivalente, que atua em várias linguagens simultaneamente. Isso também teve como consequencia as diversas parcerias com artistas importantes que atuam ou atuaram dentro de outras linguagens, como Solda e Paulo Leminski.

Registro histórico

O artista gráfico Key Imaguire Junior apresenta uma série de fotografias dos Encontros de Arte Moderna da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Sua preocupação não foi realizar um registro oficial do evento, e sim seguir com liberdade algumas situações de seu interesse, captando momentos e criando novas situações especialmente preparadas para a sua câmera. A participação dele nesses encontros ultrapassa sua interação no tempo real das ações, e traz a carga poética de seu olhar para o presente.

Os Encontros de Arte Moderna eram eventos abrangentes com diversas atividades que aconteciam em vários espaços da cidade, inclusive na própria Embap. As atividades eram propostas por artistas de várias localidades brasileiras e desenvolvidas coletivamente por um público formado por estudantes de diferentes cursos universitários. Promovidos anualmente, os encontros eram organizados pelo diretório acadêmico e a curadoria era da crítica de arte Adalice Araújo, então professora de História da Arte da escola. As imagens desta exposição foram captadas em pelo menos dois encontros, entre 1971 e 1973, e registram personagens e atividades desenvolvidas nos canteiros de obras do Centro Politécnico e da Rodoferroviária de Curitiba.

Ruas da cidade 

A artista plástica Maria Lúcia de Júlio apresenta a exposição “Comprováveis”, que traz uma série de fotografias das ruas de Curitiba, assim como litografias e gravuras em metal. A artista propõe um jogo de identificação. A ideia é descobrir as ruas de Curitiba a partir da troca dos nomes das ruas centrais da cidade por outras ruas da periferia.

Para elaborar a proposta, a artista selecionou algumas ruas mais famosas, mais cuidadas e bonitas da cidade. Para fazer o contraponto também foram escolhidas ruas da periferia de Curitiba. O objetivo da seleçao constrói uma noçao de alteridade e sintetiza dois mundos diferentes em um breve espaço de tempo.

O Céu é o Limite? 

Sete artistas de Curitiba, Florianópolis, Joinville e São Paulo respondem a essa indagação por meio de instalações, fotografias, performance, videoarte, objetos, numa profusão de signos que dialogam com a questão existencial. Os limites entre céu e terra possibilitam inúmeras leituras ressignificadas. Eles ainda questionam: seria essa a função da arte na odisseia contemporânea? Os artista participantes são Cyntia Werner, Franzoi, Isabelle Mesquita, Karina Zen, Priscila dos Anjos, Sérgio Ariano H. e TiroTTi. Os artistas programaram para o dia 13 de setembro, às 15h, um bate-papo com o público. Depois, na presença do público, eles farão a desmontagem da exposição.

Passagem de Tom 

Esse é o título da exposição de obras da artista plástica Renina Katz que pertencem ao acervo do Museu da Gravura. Elas foram reunidas por Priscila Jacewicz e evidenciam a profunda pesquisa da artista no que se refere à busca por tons e semitons, planos, simetrias e assimetrias, revelando sua intensa musicalidade interior.

Artista que se destaca entre os principais gravuristas brasileiros, Renina Katz é uma das cofundadoras do Museu da Gravura Cidade de Curitiba (MGCC), vinculado à Fundação Cultural de Curitiba. As obras apresentadas foram produzidas entre as décadas de 1980 e 1990. São litografias e gravuras em metal doadas à instituição ao longo dos muitos anos nos quais a artista contribuiu com seu conhecimento e sua arte para a formação do museu.

Novas exposições no Museu da Gravura Cidade de Curitiba

Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba (Solar do Barão – R. Carlos Cavalcanti, 533).

Datas e horários: De 16 de julho (abertura às 19h) a 13 de setembro de 2015. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.

Entrada franca

Informações: 3321-3269.

Fonte: Agência de Notícias da Prefeitura de Curitiba

Curitiba: “Prefeitura instala novos semáforos para pessoas com mobilidade reduzida”

Fonte: Agência de Notícias da Prefeitura Municipal de Curitiba | 01/07/2015 16:36:00

 

Um grupo de idosos do bairro Pinheirinho conheceu nesta quarta-feira (1) o sistema de semáforos para pessoas com mobilidade reduzida, que está sendo implantado pela Prefeitura de Curitiba em 31 cruzamentos da cidade.

 

Um dos equipamentos foi instalado recentemente em frente ao Hospital do Idoso, na Rua Francisco Raitani, próximo ao Terminal do Pinheirinho e da Rua da Cidadania. O sistema funciona através de uma botoeira especial acoplada ao semáforo, que é acionada pelos cartões da Urbanização de Curitiba (Urbs).

Ao identificar o cartão, o semáforo abre por mais alguns segundos além do programado, permitindo uma travessia mais segura dos pedestres. O tempo de abertura é até 50% maior do que o tempo de semáforo normal em Curitiba – como é o caso do semáforo do Hospital do Idoso, cujo tempo aberto passa de 12 segundos para 18 segundos com a utilização do cartão da Urbs.

A aposentada Cornélia Selenko, de 74 anos, moradora do Pinheirinho, aprovou a novidade. “Esse equipamento vai ajudar bastante as nossas travessias aqui na região. Antes, o tempo era muito curto para atravessarmos. Tem dia em que estamos com dor nas pernas e demoramos mais para passar. Muitos carros avançavam e éramos obrigados a dar uma corridinha, era muito complicado. Agora, vou usar sempre este semáforo com meu cartão do idoso”, diz.

“A gente fica um pouco mais lenta com a idade, anda com mais dificuldade, por isso esta é uma iniciativa muito boa da Prefeitura, vai nos ajudar bastante”, concorda a também aposentada Climair Andrade, de 69 anos, outra residente no Pinheirinho.

Os equipamentos poderão ser utilizados por 160 mil idosos, 13,2 mil pessoas com deficiência e 6,2 mil aposentados por invalidez que possuem atualmente um cartão de isento habilitado da Urbs.

Já foram colocados semáforos especiais na Praça Ouvidor Pardinho (Rua 24 de Maio), no Centro; no cruzamento das ruas Desembargador Westphalen e Pedro Ivo (Praça Rui Barbosa), também no Centro; e nos cruzamentos da Rua Amâncio Moro com Ubaldino do Amaral e com Rua Mauá, no Alto da Glória, na região da Igreja do Perpétuo Socorro.

São locais que apresentam maior risco de acidentes para pessoas com mobilidade reduzida, como cruzamentos próximos a unidades de saúde, hospitais e terminais de ônibus. Os outros 26 cruzamentos da cidade deverão receber os equipamentos nos próximos 120 dias.

“Curitiba precisa dessas inovações e esta tecnologia está a serviço de uma cidade mais humana. A população da capital, como a do Brasil, está envelhecendo, mas com qualidade de vida. Por isso, devemos ter mais cuidado com os mais idosos e também permitir uma melhor acessibilidade às pessoas com deficiência”, afirma a secretára municipal de Trânsito, Luiza Simonelli.

O administrador regional do Pinheirinho, Edgar Otto Hauber Junior, destaca que o semáforo especial foi implantado em uma localização importante da região, com grande fluxo de pessoas. “´É uma conquista de toda a comunidade. As pessoas tinham muita dificuldade para atravessar a via rápida, que tem um fluxo muito intenso de veículos. Este semáforo vai contribuir para a melhoria da segurança no trânsito da região”, diz.

Luiza ainda destaca que a nova tecnologia foi pensada para a cidade pelos engenheiros da Secretaria Municipal de Trânsito e encontrou equipamentos no mercado para realizá-la, após testes de um projeto-piloto. No total são 120 módulos da empresa Dataprom adquiridos via licitação (modalidade pregão), com investimento de R$ 348 mil.

Confira os locais onde serão instalados os novos equipamentos:

  • Rua Francisco Raitani x Hospital do Idoso
  • Rua 24 de Maio X Pça. Ouvidor Pardinho (Unidade de Atenção ao Idoso)
  • Rua Ubaldino do Amaral x Rua Amâncio Moro (Igreja do Perpétuo Socorro)
  • Rua Amâncio Moro x Rua Mauá (Igreja Perpétuo Socorro)
  • Rua João Negrão x Rua Pedro Ivo (Terminal do Guadalupe )
  • Rua André de Barros x Rua João Negrão (Terminal do Guadalupe)
  • Av. Mal. Floriano x Av. Visconde de Guarapuava (local com muitos atropelamentos)
  • Av. Visconde de Guarapuava x Rua João Negrão (INSS)
  • Av. Mal. Floriano x Rua Pedro Ivo (Estação Pça Carlos Gomes)
  • Rua Pedro Ivo x Rua Des. Westphalen (Pça. Rui Barbosa)
  • Rua Cap. Souza Franco x Av. Vicente Machado (Hospital da Cruz Vermelha e Hospital Geral de Curitiba)
  • Rua XV de Novembro x Rua Camões (Associação dos Deficientes Físicos do Paraná)
  • Av. São José x Rua Fioravante Dalla Stella (Hospital do Cajuru)
  • Via Vêneto x Rua Marcos Mocelin (Unidade de Saúde Santa Felicidade)
  • Via Vêneto x Rua Sta. Bertila Boscardin (Terminal Santa Felicidade)
  • Av. Toaldo Túlio X Rua Antônio Scorssin (Unidade de Saúde São Braz)
  • Rua Lysimaco F. da Costa x Rua Papa João XXIII (Prefeitura)
  • Rua Dep. Mário de Barros x Rua Carlos Pioli (Igreja do Divino, Celepar, Serpro, Tribunal de Contas e Secretarias do Estado)
  • Rua João Gbur x Rua Fernando de Noronha (UPA e Rua da Cidadania Boa Vista)
  • Rua Canadá X Rua Arary Souto (UPA e Rua da Cidadania Boa Vista)
  • Av. Paraná x Rua Pedro Doska (Unidade de Saúde Santa Cândida)
  • Av. Comendador Franco x Rua Henrique Mehl (local com muitos atropelamentos)
  • Rua Zonardy Ribas x Rua Maestro C. Frank (Terminal do Boqueirão)
  • Rua Anne Frank x Rua Napoleão Laureano (Terminal do Carmo)
  • Rua Ten. Francisco F. De Souza x Rua Gabriel Corisco Domingues (Terminal do Carmo)
  • Rua Waldemar Kost x Rua Anne Frank (Unidade de Saúde Vila Hauer)
  • Rua Engº Benedito M. Da Silva x Rua Filipinas (UPA Cajuru )
  • Rua Nivaldo Braga x Rua Osmário de Lima (Unidade de Saúde Iracema Capão da Imbuia )
  • Rua Carlos Klemtz x Rua Adorides Jesus C. Camargo (UPA Fazendinha)
  • Rua Carlos Klemtz x Rua Gen. Potiguara (Terminal Fazendinha)
  • Rua Levy Buquera x Rua dos Pioneiros (UPA Sitio Cercado)