Cores que transmitem felicidade e calma

Cores que transmitem felicidade e calma

5 cores que transmitem felicidade e calma para o lar

Descubra quais são as cores que podem melhorar seu humor – além de criar um ambiente mais acolhedor e tranquilo

 1. Amarelo

 (Reprodução/House Beautiful)

Você está procurando uma cor revigorante e animadora? Pois o amarelo é o tom da felicidade e da luz solar. “Ele também causa a liberação de serotonina, neurotransmissor químico que contribui para uma sensação de bem-estar. Então, cientificamente falando, é a melhor cor para levantar os ânimos”, diz Lorna. Seja leve e fresco ou ousado e brilhante, o amarelo também tem o poder de estimular a criatividade. É possível aplicar a cor em qualquer cômodo da casa, até em quartos e banheiros.

Dica: O amarelo pode ser muito forte, então permita que a cor brilhe contra um pano de fundo cinza elegante para criar um ambiente equilibrado.

2. Verde

– (Reprodução/House Beautiful)

A Pantone elegeu a cor Greenery como a cor do ano de 2017 pela simbologia de novos começos. “O verde representa tranquilidade e calma para trazer felicidade em sua vida. Nas suas formas mais suaves, é um tom da natureza que ajuda na concentração e relaxamento. Já os verdes mais fortes têm o poder de animar, além de provocar um efeito estimulante. Usar o verde em casa também conecta os moradores com o ar livre”.

Dica: Misture e combine diferentes tons de verde, inspirando-se em belos jardins.

3. Azul

– (Reprodução/House Beautiful)

O azul é uma cor calmante e serena que, mesmo em suas formas mais ousadas, provoca benefícios diretos para a mente e corpo. “Esta cor simboliza a lealdade e a confiança. Quem escolhe o azul é considerado seguro e responsável”, diz Lorna. As pessoas tendem a ser mais produtivas ao trabalhar em ambiente azuis, pois a cor também proporciona calma e foco. Os tons funcionam melhor em banheiros, sala estudos e quartos.

Dica: use um azul com um outro tom mais quente para impedir que o ambiente fique frio. Cria uma ilusão de espaço com tons semelhantes nas paredes, molduras e piso, para unir os cantinhos dos cômodos.

4. Rosa

– (Reprodução/House Beautiful)

“Tons de rosa costumam ser a escolha de pessoas amáveis e generosas”, explica Lorna. Rosas mais claros refletem calor e sensibilidade e também representam a cor do romance. Já os vibrantes simbolizam uma visão otimista da vida. É divertido, enérgico e inspirador e melhor usado em espaços como salas de estar e jantar e quartos.

Dica: o rosa pode deixar os ambiente menores. Portanto, esta cor fica melhor em espaços com grandes janelas ou que recebem muita luz.

5. Vermelho

– (Reprodução/House Beautiful)

“O vermelho é uma cor arrojada e confiante. Estudos mostram que ele aumenta a freqüência cardíaca e induz emoção, por isso é ideal para pessoas enérgicas que não gostam de ficar paradas”, diz Lorna. Mas como usar a cor? “O tom exige atenção e simboliza otimismo, confiança e vitalidade. Portanto, fará um ambiente ficar mais acolhedor e cria a percepção de calor, especialmente durante os meses de inverno”.

Dica: o vermelho pode ser muito forte, então dê preferência às estampas e pequenos itens de decoração, para diminuir a intensidade da cor sem perder de vez sua vitalidade.

Fonte: Casa | Abril

MASP 70 anos

O MASP está comemorando 70 anos! Poucos conseguem viver tão intensamente durante tantos anos. Desde muito pequeno ouvi dizer e iniciei minhas visitas no MASP. Mas, vê-lo chegar a 70 anos é indiscutivelmente maravilhoso. MASP é a sigla de Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, localizado na avenida Paulista, na capital de São Paulo. Considerado uma das principais instituições culturais do Brasil, abrigando ininterruptas exposições artísticas de grandes nomes da arte moderna e contemporânea. Fomos lá comemorar pessoalmente!

MASP 70 ANOS

O MASP, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, oficialmente inaugurado em 2 outubro de 1947, na rua 7 de abril, na sede dos Diários Associados, em São Paulo. Para comemorar seus 70 anos de existência, o Museu ofereceu uma intensa programação gratuita, com shows, oficinas, visitas, palestra, seminário e filmes. Para acompanhar sua programação acesse o MASP

MASP 70 anos
Vista externa do MASP na avenida Paulista, década de 1980 – Foto: Luiz Hossaka – Arquivo da Biblioteca e Centro de Documentação do MASP.

Na avenida Paulista aberta a transeuntes, o Vão Livre com shows de músicos independentes. Programações de artes diversas e de altíssima qualidade.

EXPOSIÇÕES 2018

Aleijadinho (título a confirmar)
Março a junho de 2018
Curadoria: Rodrigo Moura

A exposição de Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho (Vila Rica, atual Ouro Preto, Minas Gerais, 1738 – 1814) pretende reunir, de maneira inédita, uma grande apresentação da obra desse artista negro, considerado um dos principais expoentes do barroco brasileiro. A mostra conta com empréstimos de alguns museus e congregações religiosas, que, além de esculturas devocionais, inclui também trabalhos de outros artistas que retratam a formação do mito Aleijadinho ao longo dos séculos 19 e 20. A exposição lança um olhar renovado sobre a produção desse artista, ao incluí-la no contexto das histórias afro-atlânticas, relacionando-a com temas como raça e escravidão no Brasil.

Maria Auxiliadora da Silva (título a confirmar)
Março a junho de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa e Fernando Oliva

A exposição sobre a artista Maria Auxiliadora da Silva (Campo Belo, Minas Gerais, 1935 – São Paulo, 1974) reúne cerca de 70 pinturas, apresentadas sob diferentes agrupamentos, como “vida cotidiana”, candomblé/umbanda/orixás”, “manifestações populares”, “auto-retratos” e outros. Maria Auxiliadora da Silva foi uma artista autodidata afro-brasileira. Começou a desenhar com carvão ainda na adolescência, depois passando para a pintura a óleo, que praticou até o final da vida. A artista desenvolveu uma técnica própria, baseada na mistura de massa de poliéster com o próprio cabelo, dando assim origem a volumes e texturas em suas telas. A exposição de Maria Auxiliadora se insere no contexto do programa de revisão da produção de alguns artistas que, por diversos motivos, não tiveram suas obras incluídas nas narrativas hegemônicas da arte brasileira.

Emanoel Araújo (título a confirmar)
Abril a julho de 2018
Curadoria: Tomás Toledo

Nome fundamental do cenário artístico brasileiro, o curador e artista Emanoel Araújo (Santo Amaro, Bahia, 1940) iniciou sua produção em arte na década de 1960. Sua obra, fundamentalmente escultórica, é caracterizada pelo construtivismo geométrico e pela influência de temáticas afro-brasileiras. A exposição de Emanuel Araújo dá ênfase aos trabalhos que lidam com as simbologias das religiões afro-brasileiras, como as diversas esculturas que representam orixás do candomblé, e com obras que tematizam as relações afro-atlânticas, presentes em sua série de navios negreiros.

Histórias afro-atlânticas
Junho a outubro de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Schwarcz e Tomás Toledo

O Museu de Arte de São Paulo e o Instituto Tomie Ohtake organizam, em conjunto, a exposição “Histórias afro-atlânticas“, que reúne uma ampla seleção de obras de arte e documentos relacionados aos “fluxos e refluxos” (usando a famosa expressão de Pierre Verger) entre a África, as Américas, o Caribe e também a Europa. Contemplando trabalhos do século 16 ao 21, a mostra inclui uma variedade de temas que organizam seus diversos núcleos, alguns dos quais estavam presentes em “Histórias mestiças“, exposição com curadoria de Adriano Pedrosa e Lilia Schwarcz apresentada no Instituto Tomie Ohtake, em 2014: retratos, vida cotidiana, viagens e tráfico, punições e revoltas, festas e religiões, liberdades e abolições, ativismos, abstrações e modernismo africano.

Dois seminários foram realizados no MASP sobre o assunto, o primeiro em 28 e 29 de outubro de 2016, o segundo em 21 e 22 de outubro de 2017, reunindo especialistas em vários domínios e temas, como história da arte, sociologia, história e antropologia. Um terceiro seminário acontecerá no Instituto Tomie Ohtake durante a exposição.

Melvin Edwards (título a confirmar)
Agosto a novembro de 2018
Curadoria: Rodrigo Moura

A exposição de Melvin Edwards (Houston, Texas, Estados Unidos, 1937) vai reunir obras de sua célebre série Lynch Fragments, produzida desde os anos 1960 até hoje. Nessas esculturas de parede, o artista reúne diversos objetos em metal, como correntes e ferramentas de trabalho, para lidar com questões como raça, violência, trabalho e escravidão, especificamente no contexto da diáspora africana. Esta será uma importante mostra em profundidade do artista, considerado uma das principais referências entre artistas afro-americanos em atividade.

Rubem Valentim (título a confirmar)
Agosto a novembro de 2018
Curadoria: Adriano Pedrosa e Fernando Oliva

A exposição em torno da obra de Rubem Valentim (Salvador, 1922 – São Paulo, 1991) reúne cerca de 60 trabalhos com o propósito de rever a produção desse fundamental artista brasileiro do século 20, responsável por promover potentes articulações entre os elementos da tradição ocidental e as raízes africanas da cultura brasileira. Pintor, escultor e gravador, Rubem Valentim cresceu em contato íntimo com a religiosidade sincrética afro-brasileira: sua família era católica, mas o artista também frequentava terreiros de candomblé. Já adulto, Valentim relataria seu deslumbramento tanto com os ritos afro-brasileiros quanto com a imaginária das igrejas cristãs, especialmente os santos barrocos.

Nas obras de Valentim há uma interpenetração muito sutil e precisa entre a estrutura de base construtiva e a iconografia e o colorido herdados do universo mágico e religioso afro-brasileiro. Nesse sentido, podemos dizer que Valentim é um dos artistas que, de maneira mais completa e ambiciosa, realizou o desejo antropofágico da cultura brasileira – a ideia, lançada pelo poeta Oswald de Andrade no final dos anos 1920, que propunha “deglutir” o legado cultural europeu, “digeri-lo” e então devolvê-lo ao mundo sob a forma de uma arte tipicamente brasileira.

Sônia Gomes (título a confirmar)
Novembro de 2018 a fevereiro de 2019
Curadoria: Camila Bechelany

As esculturas e instalações de Sônia Gomes (Caetanópolis, Minas Gerais, 1948) são feitas a partir de materiais residuais, principalmente têxteis e outros objetos diversos. Ela constrói estruturas envolvidas ou inteiramente construídas de tecidos, muitas vezes antigos, e originários do acervo familiar. Caetanópolis, cidade natal de Gomes, é importante centro de manufatura têxtil e a infância da artista foi marcada pelo universo da costura e do bordado. Sua produção visual remete a práticas artesanais brasileiras: as amarrações, nós, patuás, trouxas e tramas que compõem o trabalho lembram detalhes de vestimentas que encontramos em festas populares, como a folia de reis e o congado – expressões culturais afro-brasileiras – mas também à tradição de bordadeiras e rendeiras de Minas Gerais, todos parte de sua formação artística.

Pedro Figari (título a confirmar)
Novembro de 2018 a fevereiro de 2019
Curadoria: Adriano Pedrosa e Mariana Leme

Pedro Figari (Montevidéu, Uruguai, 1861-1938), artista branco, é um dos grandes representantes do modernismo uruguaio, unindo, em sua pintura, um estilo muito particular de gestos, manchas e movimento, e um desejo de explorar uma América Latina autônoma, baseada em suas raízes históricas e étnicas. Neste sentido, Figari atuou durante grande parte de sua vida como advogado de destacada voz pública, defendendo temas ligados aos direitos humanos, à educação e à arte. Foi diretor da Escola de Artes e Ofícios em Montevidéu e ali defendeu a fusão entre indústria e arte com uma identidade latino-americana, visando fomentar “a mentalidade nacional com critérios próprios”. Aos 60 anos passa a se dedicar à pintura, retratando o passado do país, com cenas cotidianas, casamentos, bailes, paisagens e festas populares, sobretudo das comunidades afro-uruguaias. Destacam-se, em suas pinturas, representações do candombe, dança de origem afro-americana que se praticava em grupo – sendo que uma das mais significativas desse conjunto faz parte do acervo do MASP. O foco da exposição será o das narrativas afro-uruguaias: além das danças do candombe, estarão expostas representações de festas negras, cenas de trabalho, passeios, entre outros, retratando a expressiva presença dessa população em seu país.

Lucia Laguna (título a confirmar)
Dezembro de 2018 a março de 2019
Curadoria: Isabella Rjeille

Fomos visitar o museu!

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MASP 70 ANOS

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