FGTS | Índices do mercado e recursos do FGTS em debate

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Comissão de Indústria Imobiliária debate índices do mercado e recursos do FGTS

Fonte: CIBIC | 27 de novembro de 2018

A Comissão da Indústria Imobiliária (CII/CBIC) promoveu na sexta-feira (23) a última reunião do ano, e a primeira após eleições presidenciais, que trouxeram grande renovação do Congresso.

O encontro foi importante para debater a mudança política, que implica nova formação do relacionamento com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Estiveram presentes o novo vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Jair Luiz Mahl, e o superintendente nacional de Habitação do banco, Henrique Marra, além de outros representantes do agente financeiro.

Um dos pontos altos da reunião foi a apresentação dos indicadores nacionais do mercado imobiliário referentes ao 3º trimestre de 2018 – divulgados ao público em coletiva nesta segunda-feira (26).

O levantamento é elaborado pela empresa Brain, a partir da coleta de dados de pesquisas feitas pelas entidades associadas. O trabalho faz parte de um dos projetos da CII, em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

Outro assunto debatido foi o Projeto de lei da Câmara n° 68, que regulamenta distrato, aprovado nessa quarta (21) pelo Senado Federal. Como houve mudanças, a proposta voltou agora para a Câmara dos Deputados.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, ressaltou a necessidade do setor se mobilizar pela aprovação da medida e buscar esclarecer visões equivocadas de que o projeto prejudica o consumidor.

O Superintendente Nacional de Habitação da Caixa, Henrique Marra, abordou a atuação da entidade e o cenário macroeconômico. Ele apresentou comparativo entre o orçamento previsto pelo banco para habitação em 2018 e o já realizado, e demonstrou que ainda há recursos até o fim do ano.

Também ressaltou a necessidade de buscar novos fundings, já que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é limitado.

Com relação aos recursos do FGTS, Marra explicou qual será a prioridade ao Minha Casa Minha Vida – faixas 1,5, 2 e 3:

  • Contratação de PF de empreendimento em construção (agregação)
  • Unidade complementar para contrato com saldo devedor PJ
  • Unidade complementar para contrato sem saldo devedor PJ
  • Apoio à produção sem PJ
  • Alocação de recursos
  • Apoio à produção com PJ – somente para faixas 2 e 3

Marra ressaltou que para Faixa 1,5 serão contratadas as operações PF vinculadas a PJ já contratados. Quanto às operações PJ, só serão contratadas as que estavam na Caixa até 5 de novembro.

O vice-presidente de habitação do banco, Jair Luiz Mahl, aconselhou que as empresas só façam lançamentos na faixa 1,5, após verificar a existência de recursos disponíveis na Caixa.

Para o presidente da CII, Celso Petrucci, a liberação das contas inativas desequilibrou as contas do FGTS. Ele disse entender que o problema maior não são os subsídios, mas os recursos onerosos para faixa 1,5, 2 e 3.

Segundo Petrucci, como o PMCMV vem ganhando espaço no mercado imobiliário, grandes empresas estão abrindo empresas específicas, o que vai exigir mais recursos onerosos. Ele ressaltou, ainda, a necessidade de se pensar em como encontrar recursos para atender à demanda.

Minha Casa Minha Vida em Cianorte

Minha Casa Minha Vida

Terminamos 2013, e já iniciamos o ano novo com boas notícias no setor. Segmento Minha Casa Minha Vida  apresentando uma continuidade no Ano Novo. Ano Novo Casa Nova!

Confira:

Estado, governo federal e prefeitura vão construir 248 casas em Cianorte

Fonte: COHAPAR

O governo do Paraná, por meio da Cohapar, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Cianorte assinaram no final de 2013 contratos para construção de 248 moradias no município. As casas fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida.

O governo do Paraná, por meio da Cohapar, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Cianorte assinaram no final de 2013 contratos para construção de 248 moradias no município. As casas fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida.

“O governo do Paraná tem hoje o maior programa habitacional do país, com 60 mil moradias contratadas, além das milhares de famílias beneficiadas pelos programas de titulação de imóveis e regularização fundiária”, afirma o secretário de Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche. “As metas de titulação de propriedade e de moradias rurais já foram ultrapassadas. No campo, foram contratadas 11 mil unidades, dentro da parcerias dos governos estadual e federal e municípios”.

Participaram da assinatura dos contratos o prefeito de Cianorte, Claudemir Bongiorno, o gerente regional da CAIXA, Jair Bertoco, o gerente da regional da Cohapar em Umuarama, João Megda, o deputado estadual Jonas Guimarães, o vice-prefeito Sérgio Pereira Júnior, secretários municipais e vereadores.

As 248 moradias em Cianorte serão construídas no Distrito Vidigal, pela parceria do governo estadual com o governo federal, por meio da CAIXA e Ministério das Cidades, e Prefeitura de Cianorte. A contrapartida do Estado inclui também os serviços da Copel e Sanepar. Os recursos para construção das novas moradias são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), que atende famílias que ganham até R$ 1,6 mil por mês. A prestação da casa equivale a 5% da renda familiar.