Minha Casa Minha Vida em Cianorte

Terminamos 2013, e já iniciamos o ano novo com boas notícias no setor. Segmento Minha Casa Minha Vida  apresentando uma continuidade no Ano Novo. Ano Novo Casa Nova!

Confira:

Estado, governo federal e prefeitura vão construir 248 casas em Cianorte

Fonte: COHAPAR

O governo do Paraná, por meio da Cohapar, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Cianorte assinaram no final de 2013 contratos para construção de 248 moradias no município. As casas fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida.

O governo do Paraná, por meio da Cohapar, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Cianorte assinaram no final de 2013 contratos para construção de 248 moradias no município. As casas fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida.

“O governo do Paraná tem hoje o maior programa habitacional do país, com 60 mil moradias contratadas, além das milhares de famílias beneficiadas pelos programas de titulação de imóveis e regularização fundiária”, afirma o secretário de Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche. “As metas de titulação de propriedade e de moradias rurais já foram ultrapassadas. No campo, foram contratadas 11 mil unidades, dentro da parcerias dos governos estadual e federal e municípios”.

Participaram da assinatura dos contratos o prefeito de Cianorte, Claudemir Bongiorno, o gerente regional da CAIXA, Jair Bertoco, o gerente da regional da Cohapar em Umuarama, João Megda, o deputado estadual Jonas Guimarães, o vice-prefeito Sérgio Pereira Júnior, secretários municipais e vereadores.

As 248 moradias em Cianorte serão construídas no Distrito Vidigal, pela parceria do governo estadual com o governo federal, por meio da CAIXA e Ministério das Cidades, e Prefeitura de Cianorte. A contrapartida do Estado inclui também os serviços da Copel e Sanepar. Os recursos para construção das novas moradias são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), que atende famílias que ganham até R$ 1,6 mil por mês. A prestação da casa equivale a 5% da renda familiar.

Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014

Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014

Imoveis a Venda em Curitiba Janeiro de 2014

Imóveis disponíveis para venda

A DERVILLE Imóveis tem o privilégio de oferecer aos seus clientes e amigos a oportunidade, que para a maioria é uma única oportunidade na vida, em poder lhes apresentar Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014. Todos os imóveis aqui apresentados possuem documentação em ordem e/ou revisada. Todas as informações necessárias para um bom negócio imobiliário vocês poderão obter, bastando solicitar. Comece o ano no seu novo endereço! Abaixo uma listagem de imóveis distribuída pelo seu TIPO. O Status da construção é muito importante na hora da compra.


Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014: Breves Lançamentos ou Pré Lançamentos:

Significa que um futuro empreendimento, em vias de aprovação, vai ser construído em breve. Neste caso você poderá reservar o que mais lhe interessar. No Lançamento você conclui a compra com sua assinatura no contrato e emissão do primeiro pagamento.


Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014: Lançamentos

Significa que neste estágio o futuro empreendimento, já aprovado, vai ser efetivamente construído em uma data pré determinada. Neste caso você conclui a compra, pois todos itens necessários como preço e prazo já estão definidos. Normalmente são pagas parcelas, balões e no período da entrega será efetivada a fase do financiamento bancário ou quitação.


Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014: Prontos ou Novos

Significa que imóvel está aprovado, com documentação em ordem, pronto para morar. Normalmente com pouco tempo de uso ou até mesmo sem uso. Neste caso você conclui a compra: à vista ou financiado.


Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014: Portfólio ou Usados

Significa que imóvel está aprovado, com documentação em ordem, porém já foi utilizado anteriormente, podendo ser novo ou mais antigo, pronto para morar. Neste caso você conclui a compra: à vista ou financiado.


Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014

Imoveis a venda em Curitiba Janeiro de 2014:

Traga seu imóvel para DERVILLE Imóveis. desenvolveremos um plano de vendas específico e personalizado. Se preferir, poderá entrar em contato conosco através do formulário abaixo:

DERVILLE Imóveis

CRECI 17.086/PR

(41) 99178-6464 [Vivo]
(41) 99822-3411 [Tim] Whats App Telegram

Skype: derville.imoveis

derville@dervilleimoveis.com.br

CURITIBA – PARANÁ

Imoveis a Venda em Curitiba por DERVILLE Imóveis. Imobiliária. O que você está procurando para comprar: Apartamento, Kitinet, Cobertura, Garden, Casa, Sobrado, Área, Terreno, Nos bairros: Água Verde, Novo Mundo, Portão, Vila Izabel, Ahú, Alto da Glória, Alto da XV, Batel, Bigorrilho, Cabral, Centro, Centro Cívico, Cristo Rei, Hugo Lange, Juvevê, Mercês. Curitiba, Paraná

Negócios Imobiliários: Segurança Jurídica e a boa prática

Ouve-se muitas “conversas” e “opiniões” sobre estar atento a qualquer negociação imobiliária. Pode ser enganado. Bolha imobiliária. Entre outros tantos assuntos que acabam por desinformar e assustar aos leigos. Não sei bem as intenções dos que por esta causa lutam.

Encontrei este texto, abaixo transcrito, e resolvi compartilhar. Outros textos serão divulgados por aqui, sempre com a intenção de esclarecer, informar e principalmente orientar aos nossos clientes, bem como, nossos leitores.

A Segurança Jurídica nos Negócios Imobiliários

Sylvio Capanema de Souza - Advogado | ADEMIRJ

Uma das mais relevantes conquistas da nossa ordem jurídica, implantada em nosso país, após o advento da Constituição Federal de 1988, recepcionada e ampliada pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Código Civil de 2002, foi a introdução, em todos os negócios jurídicos, das “cláusulas gerais” de boa-fé objetiva e da função social do direito, que passam a lhes ser implícitas.

Isto permite que o juiz, quando provocado, “penetre” no interior dos contratos, levantando a ponta do véu que os encobre, na feliz expressão dos doutrinadores alemães, para aferir se estão eles a produzir efeitos positivos, inclusive para a sociedade, como um todo, e se a conduta das partes em todas as suas fases, desde as tratativas, é a que teriam pessoas honestas.

A boa-fé, que no passado constituía mera exortação ética, que se dirigia aos contratantes, converteu-se em dever jurídico, desempenhando no Código Civil de 2002 uma tríplice função:

  • a hermenêutica, ao se transformar em método de interpretação dos negócios jurídicos (artigo 113);
  • a de fiscal da conduta das partes, na sua execução (artigo 422)
  • e a de equilibradora da equação econômica dos contratos (artigo 478).

Como figuras parcelares da boa-fé negocial, e a ela inerentes, surgiram os princípios da lealdade, da confiança e da preservação dos contratos, que constituem hoje o oxigênio da segurança jurídica, sem a qual nenhum mercado sobrevive.

A enorme densidade econômica e social de que se revestem os negócios imobiliários, que tornam realidade o mais acalentado sonho de todos os brasileiros, que é o de adquirir a casa própria, está a exigir, cada vez mais, que eles se alicercem na transparência, lealdade e, principalmente, na mais absoluta segurança jurídica.

E acreditamos que três pilares ajudem a construir esse resultado:

  1. A segurança jurídica de todos os envolvidos (dono do terreno ao adquirente final), de forma a garantir que todos recebam, na proporção combinada o retorno do investimento feito;
  2. Os negócios precisam ser sustentáveis, ou seja, possuir viabilidade econômica definida com base em padrões validados pelo mercado;
  3. Transparência integral desde a fase de planejamento.

A preocupação prioritária do comprador e do investidor, especialmente estrangeiro, é com a segurança e sustentabilidade do empreendimento, e não mais com a inflação, já que, quanto a esta, foram criados remédios econômicos, mas nenhuma panaceia contra a insegurança jurídica.

Ao lado dos cálculos matemáticos para que se sustente a estrutura do edifício, o mercado tem que passar a construir, desde os seus alicerces, a segurança jurídica do empreendimento no interesse majoritário dos incorporadores, construtores, corretores e adquirentes de unidades.

Para pavimentar essa estrada, alguns elementos nos parecem extremamente úteis:

  • O patrimônio de afetação;
  • No caso de operações complexas, como as operações hoteleiras e de built to suit, a celebração prévia de todos os contratos que serão necessários, tais como construção, gestora hoteleira, etc.
  • Regras de governança corporativa;
  • Cláusulas de remuneração atrelada ao desempenho, entre outras.

Como a conscientização maior dos direitos, e dos instrumentos para defendê-los e exercê-los, por parte de uma sociedade cada vez mais informada, pode inundar o Poder Judiciário por uma oceânica avalanche de ações, a preocupação com o equilíbrio ético e econômico dos contratos é missão de todos, inclusive dos advogados que atuam no mercado imobiliário.

De tudo isto avulta a relevância do paciente e produtivo trabalho que estamos realizando junto aos magistrados e representantes do Ministério Público, em sucessivas reuniões multi-institucionais promovidas pela ADEMI, com o objetivo de encontrar consensos e identificar as melhores práticas para a formatação dos contratos imobiliários, na esperança de, pelo menos, mitigar os conflitos que hoje ainda existem no mercado.

Para usar uma expressão da moda, “as vozes das ruas” e dos canteiros de obras clamam por segurança jurídica, e o mercado imobiliário não se fez, perdoem o trocadilho inevitável, imóvel, mas, ao contrário, antecipou-se e tem dado provas de que caminha a passos firmes nessa direção.

Como advogado com profundas e inabaláveis raízes, alegra-me essa consciência e me encho de orgulho por participar, de alguma forma, dessa construção típica dos novos tempos: um mercado imobiliário seguro, ético e sustentável.