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COHAB: Apartamentos em condomínio no Cachoeira

Famílias da fila da Cohab escolhem apartamentos em condomínio na Cachoeira

Fonte: Ag de Notícias da Prefeitura de Curitiba | 22/07/14 11:05

Famílias que estavam inscritas no cadastro da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) e foram convocadas para oferta de unidades estão escolhendo esta semana os apartamentos onde irão morar no bairro Cachoeira. Elas já haviam entregue documentação e foram aprovadas pela Caixa Econômica Federal para inclusão no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A escolha de unidades é a última etapa antes da assinatura de contrato de financiamento.

O empreendimento destinado a essas famílias é o Residencial Santa Sofia, um condomínio formado por 13 blocos de apartamentos, com um total de 208 unidades. A venda dos apartamentos está sendo feita ainda na fase de projeto, ou na planta, como ocorre com os empreendimentos da chamada faixa 2 do MCMV. Nesta modalidade de atendimento do programa, é necessária a identificação prévia da demanda antes da contratação de recursos para as obras. A previsão é que o investimento na construção alcance R$ 20,5 milhões, com recursos originários do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

A faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida atende famílias com renda entre R$ 1.601 e R$ 3.275. Elas contarão com subsídio para aquisição das unidades. Na prática, haverá um desconto que poderá chegar a R$ 17,9 mil, aplicado sobre o valor total do apartamento (R$ 99 mil). O desconto varia em função da renda de cada família, sendo maior para quem está mais próximo da renda mínima (R$ 1.601) e menor para quem se aproxima do teto (R$ 3.275). Nesse caso, o abatimento é de R$ 2.113.

Verde

Para escolha das unidades, a Cohab convoca as famílias previamente aprovadas pela Caixa Econômica Federal. Elas são chamadas individualmente, pela ordem de inscrição (começando pelos mais antigos), para fazer a sua opção. Os contemplados nesse empreendimento têm inscrições efetuadas entre janeiro e agosto de 2009 e entre agosto e outubro de 2011.

Rodrigo Ferraz Borsatto estava entre os inscritos mais antigos e, por isso, pode escolher um apartamento com um componente que considera essencial: a paisagem. Ele optou por uma unidade em que a vista das janelas é uma área de preservação ambiental localizada nos fundos do futuro condomínio.

Nascido e criado na Barreirinha, ele diz que está acostumado com a paisagem verde que é comum na região norte da cidade. “Conheço bem esta área de Curitiba e acho que, embora tenha crescido nos últimos anos, ainda conserva muitos bosques. Como a área que faz fundos com o residencial é de preservação, sei que terei para sempre muitas árvores para apreciar da minha janela”.

Aos 35 anos, Rodrigo trabalha como auxiliar de contabilidade e está fazendo faculdade à noite. Ele ainda mora com os pais, mas, com o imóvel próprio poderá incluir em seus planos futuros o casamento. “Faltava a casa”, diz ele.

Ligia Maria do Nascimento teve outra preocupação ao escolher o apartamento. Ele tinha preferência por uma unidade na entrada do condomínio e, verificando as condições de insolação, optou pelo sol da manhã, que tornará o apartamento mais acolhedor nos meses mais frios. Ela, que trabalha como cuidador de idoso, irá morar no residencial com o filho Felipe, de 18 anos.

Hoje, Ligia gasta R$ 600 mensais com aluguel, despesa que será reduzida depois que ela se mudar. A previsão é que a prestação mensal do financiamento fique num valor abaixo e, por isso, ela disse que a expectativa para a mudança começa desde já. “Esperava há muito tempo pela casa própria. Ninguém quer passar a vida toda pagando aluguel. Valeu a pena ter esperado porque terei um apartamento bem localizado e com conforto”, falou.

Parceria

O Residencial Santa Sofia é resultado de parceria entre a Cohab e a Caixa Econômica Federal. Localizado na rua Howell Lewis Fry, 339, o condomínio ocupará um terreno de 27,5 mil metros quadrados e será formado por 13 blocos de quatro pavimentos com 16 apartamentos de dois quartos cada um. Na área comum, está prevista a construção de salão de festas e de um parquinho infantil. Uma área de bosque no interior do lote será preservada. O empreendimento inclui também a reserva de uma área de 2,3 mil metros quadrados para a construção futura de equipamento comunitário para o bairro.

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Programa de Moradias Populares altera a realidade de seus compradores

A realidade de muitas famílias está sendo alterada. O programa de moradias populares garante mais segurança na aquisição da casa própria. Com mensalidades dentro do orçamento a alegria da casa própria muda o presente e assegura um futuro promissor.

Confira

Programa de moradias muda realidade de milhares de famílias em todo o Paraná

Fonte: COHAPAR

A costureira Maria Aparecida da Silva, 64 anos, de Apucarana, pagava R$ 400 mensais de aluguel até o início de dezembro passado. Hoje, sua vida é outra. Há quase um mês na casa nova, no Residencial Sumatra I, mora melhor, com conforto e segurança, pagando R$ 30 por mês pelo imóvel próprio.

Maria Aparecida chorou ao receber a chave da casa própria. “Chorei de tanta felicidade, trabalhei por 22 anos como costureira e nunca imaginei que realizaria este sonho”. A vizinha de residencial Regina Rodrigues de Oliveira, aposentada por problemas de saúde, também mudou de vida. “Não sei nem como descrever minha alegria, nunca imaginei que teria minha casa própria”, diz.

Regina e Maria Aparecida são exemplos de como o programa de moradias populares do governo do Paraná está mudando a realidade de milhares de famílias paranaenses. Em três anos de gestão, foram contratadas 60 mil unidades, no campo e na cidade, entre casas entregues e em obras, o que corresponde a 54% da meta geral do programa.

A meta é contratar em quatro anos 110 mil unidades, das quais 10 mil no meio rural. No campo, o número já foi superado um ano antes. São mais de 10 mil moradias contratadas, no maior programa de habitação rural do país. Para 2014, está prevista a contratação de 50 mil casas urbanas e rurais, fechando o atendimento de 110 mil famílias com moradia digna.

Foto: Chuniti / Cohapar A meta é contratar em quatro anos 110 mil unidades, das quais 10 mil no meio rural. No campo, o número já foi superado um ano antes. São mais de 10 mil moradias contratadas, no maior programa de habitação rural do país. Para 2014, está prevista a contratação de 50 mil casas urbanas e rurais, fechando o atendimento de 110 mil famílias com moradia digna.

“O governo do Estado não tem medido esforços para garantir moradia digna a todas as famílias paranaenses. Estamos promovendo a maior revolução habitacional da história do Estado”, afirma o governador Beto Richa. A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) tem obras e projetos em 398 municípios paranaenses (99%).

“São números surpreendentes, que mostram como a habitação é prioridade no Paraná”, diz o secretário da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche. “Esses resultados que tanto nos orgulham são fruto da grande parceria que o governador Beto Richa mantém com a Caixa Econômica, Banco do Brasil, Ministério das Cidades, e prefeituras, dentro do programa Minha Casa Minha Vida e Minha Casa Minha Vida Rural”.

No programa de moradias para pequenos agricultores também são parceiros na construção das unidades a Secretaria da Agricultura e Abastecimento e a Emater. Nas casas urbanas, a contrapartida do governo estadual nas obras inclui os serviços da Copel e Sanepar.

O pequeno agricultor Varlei Luciano Paz e a mulher Josilaine, pais de dois filhos, moram em Ariranha do Ivaí e receberam as chaves da casa nova das mãos do governador em outubro passado. “Estou emocionado, muito feliz com a oportunidade de ter uma nova moradia. Há mais de seis anos esperamos por isso”, conta Varlei, que morava em uma casa antiga, emprestada pelo pai.

Além de moradias, o programa de habitação do Paraná atende milhares de famílias com títulos de propriedade e regularização de áreas. A meta é entregar em quatro anos 8 mil títulos, número superado antes do prazo, com o atendimento de 10 mil famílias. No caso da regularização fundiária, foram beneficiadas perto de 13 mil das 16 mil famílias que serão atendidas até o final deste ano.

3 ANOS DE GESTÃO:

Meta de governo: contratar a construção de 110 mil moradias no campo e na cidade.

Moradias urbanas e rurais contratadas: 60 mil unidades, entre casas entregues e em obras.

Previsão para 2014: contratação de 50 mil unidades.

Titulação: 10 mil famílias atendidas (superada a meta de atender 8 mil famílias).

Regularização fundiária: 12.902 (meta é atender 16 mil famílias).

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Parceria de sucesso: Habitação & Justiça

Parcerias necessárias. Construção de centros de integração.

Confira:

Cohapar e Secretaria da Justiça reforçam parcerias

Fonte: COHAPAR

O secretário estadual da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, recebeu nesta sexta-feira (3) a secretária estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes. 

O secretário estadual da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, recebeu nesta sexta-feira (3) a secretária estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes.

“Temos um parceria de sucesso com a Secretaria da Justiça, dentro da política do governo Beto Richa, de integrar todos os órgãos estaduais no trabalho de melhorar a qualidade de vida dos paranaenses”, disse Chaowiche.

A Cohapar e a Secretaria da Justiça elaboraram em conjunto projeto para construção de centros de integração social em presídios de regime semiaberto. O projeto foi doado ao Ministério da Justiça, para construção de centros de integração em todo país.

O primeiro centro de integração será construído no complexo penitenciário de Piraquara, executado em parceria com a Caixa Econômica Federal e prefeitura. O modelo seguirá os padrões das moradias populares e terá capacidade para até 216 presos. 

Os centros terão salas de aula, assistência social, canteiros de trabalho, setor de apoio ao preso, lavanderia, ambulatório, refeitório, salas para visita íntima e alojamentos.

Além dos centros de integração, a parceria entre Cohapar e Secretaria de Justiça já rendeu outros bons resultados, como a construção de uma fábrica da Betonex na Colônia Penal Agrícola de Piraquara. 

Projetos habitacionais em Jesuítas e na Lapa utilizaram mão de obra carcerária. As ações reduziram os custos das obras e permitiram aos detentos a redução da pena e a obtenção de renda com o serviço.

A diretora de Projetos da Cohapar, Sueli Marques, técnicos da Companhia e da Secretaria da Justiça também acompanharam a visita da secretária Maria Tereza Uille Gomes.

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