Cidade florida: Flores deixam mais alegre os caminhos curitibanos

Cidade Florida

Olhar Curitiba

Cidade Florida: Flores deixam mais alegre os caminhos curitibanos

08/01/2019 14:55:00 | Fonte: PM Curitiba, PR

Cidade Florida: Curitiba, PR

Já imaginou o que seria do calçadão da Rua XV sem as típicas flores que o decoram e dão cor? Nesta rua, assim como em diversas outras partes da cidade, as flores conferem um toque de charme e encanto à paisagem.

No Palácio 29 de Março, nos canteiros das avenidas, em rotatórias, as flores da temporada já estão plantadas e registradas pelo fotógrafo da Prefeitura Levy Ferreira. “Curitiba poderia ser a cidade das flores”, diz Levy, sobre a variedade encontrada na cidade.

Por ano, o Horto do Guabirotuba, onde são plantadas as flores, produz 1,5 milhão de unidades. Para esta época, há begônias, sunpatiens, tagetes, sálvias e amestistas, que variam entre cores como rosa, laranja, amarelo e azul.

Cidade Florida: Renovação

A cidade também investe na manutenção e mudança das flores em seus canteiros de acordo com as estações e datas comemorativas. Em outubro, por exemplo, a Prefeitura renovou os canteiros da Rua XV com rosas para reforçar a campanha do Câncer de Mama. Foram instaladas rosas cravinas e bocas-de-leão. Só no calçadão são cerca de quatro mil mudas de flores e nos demais parques e praças, o número chega a 500 mil.

Os canteiros também mudam com as estações climáticas. No mês de junho, a Prefeitura muda os tons dos canteiros de parques e praças com flores de espécies que se adaptam melhor ao clima frio de Curitiba. O Jardim Botânico é um dos principais protagonistas na troca de canteiros, que no inverno de 2018 recebeu 75 mil bocas-de-leão para receber a estação.

Os responsáveis por plantarem e cuidarem das flores que embeleza a cidade trabalham no Horto Municipal do Guabirotuba, que pertence ao Departamento de Produção Vegetal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Todas elas passam pelas mãos de funcionários que contribuem para deixar Curitiba cada vez mais linda.

Festival em Tiradentes: Projeto Foto em Pauta faz seleção de fotógrafos curitibanos

Festival

Festival em Tiradentes

Projeto Foto em Pauta faz seleção de fotógrafos curitibanos

08/01/2019 16:19:00 | Fonte: PM Curitiba, PR

A caravana do projeto Foto em Pauta estará em Curitiba nesta quinta-feira (10/1), com palestra e seleção de artistas curitibanos para o Festival de Fotografia de Tiradentes (MG). A palestra acontece no Teatro Londrina do Memorial de Curitiba, às 19h30, com a presença do coordenador geral do Festival, Eugênio Sávio, dos artistas e curadores Pedro David e João Castilho, além do fotógrafo e diretor de vídeo, Bruno Magalhães. A entrada é franca.

O Festival de Fotografia de Tiradentes vai acontecer de 27 a 31 de março, na cidade histórica mineira. O objetivo do festival é levar ao público, por meio de exposições, palestras e mesas de discussão, nomes de indiscutível conhecimento teórico, técnico e artístico da produção fotográfica.

O destaque da oitava edição do Festival será uma mostra sobre a fotografia produzida na região Sul do Brasil. Os curadores visitam Curitiba para, além de apresentar o projeto, também realizar encontros com autores locais em busca de trabalhos relevantes que viabilizem uma mostra significativa a ser exibida no Festival.

As inscrições dos fotógrafos locais interessados em participar do Festival de Tiradentes devem ser feitas após a palestra no Memorial. A avaliação dos portfólios acontece na sexta-feira (11/1), no Museu da Fotografia. Os horários serão informados no ato da inscrição.

O festival

Desde 2004 o projeto Foto em Pauta realiza em Belo Horizonte (MG) debates gratuitos e abertos ao público, além de possibilitar aos convidados conhecer a obra de grandes artistas e conversar com os próprios autores sobre a concepção do seu trabalho.

Em Tiradentes, o Festival de Fotografia é realizado desde 2011 com a mesma proposta de divulgar a produção fotográfica brasileira, e fomentar o desenvolvimento da linguagem artística no Brasil. Do seu início até hoje, já reuniu trabalhos de 679 fotógrafos em 74 exposições, além de lançar 115 livros de fotógrafos e promover 114 palestras e 122 cursos e workshops.

O Festival é realizado com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura; patrocínio do Itaú e o apoio do Itaú Cultural, SESI Minas e UFMG. Conta também com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba na etapa de seleção na capital paranaense.

Serviço: Caravana Foto em Pauta e Festival de Fotografia de Tiradentes
Palestra: Dia 10 de Janeiro de 2019, das 19h às 21h30
Local: Memorial de Curitiba – Teatro Londrina (Rua Doutor Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)

Ao final da palestra serão feitas as inscrições para as leituras de portfólio que acontecem dia 11 de janeiro, no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Solar do Barão). Horário definido no ato da inscrição.

Caixa: Novidades para 2019

Notícias do Mercado Imobiliário

Novo presidente da Caixa diz que juros do crédito habitacional para classe média serão os de mercado

‘Quem é classe média tem de pagar mais. Ou vai buscar no Santander, Bradesco, Itaú’, afirmou Pedro Guimarães após tomar posse em cerimônia no Palácio do Planalto.
Por G1 — Brasília

07/01/2019 18h51 Atualizado há 2 horas

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta segunda-feira (7), após cerimônia de posse no Palácio do Planalto, que a classe média terá de pagar juros de mercado para o financiamento habitacional.

Segundo ele, serão juros maiores do que os oferecidos nas operações do Minha Casa Minha Vida, programa habitacional que conta com juros subsidiados para a população de baixa renda.

“Se hoje você tem zero de empréstimo para pessoas de classe média, não vão ser os juros do Minha Casa Minha Vida. Quem é classe média tem de pagar mais. Ou vai buscar no Santander, Bradesco, Itaú. E vai ser um juros de mercado [na Caixa Econômica Federal]. A Caixa vai respeitar os juros de mercado”, afirmou.
O novo presidente da Caixa também disse que vai “vender” até R$ 100 bilhões em operações de crédito imobiliário que a instituição possui aos agentes do mercado como forma de obter mais recursos.

Esse tipo de operação é conhecida como “securitização”, uma prática que consiste em agrupar esses ativos, convertendo-os em títulos que podem ser negociados no mercado de capitais.

“A Caixa vai passar a ser uma originadora de crédito imobiliário, mais do que reter no balanço. Esse é um tempo de anos. Não vai acontecer em dois, três, quatro anos. O objetivo nos próximos dez anos é que a Caixa passe a originar 70% do crédito, mas venda uma parte relevante. É assim que é salutar”, declarou.

Minha Casa Minha Vida: abandona pobres

Minha Casa Minha Vida

Minha Casa, Minha Vida abandona pobres e corta 86% de imóveis em 4 anos

(UOL – Cotidiano – 03/01/2019)

Carlos Madeiro

A média de imóveis contratados para baixa renda pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida caiu 86% a partir de 2015, quando passou a destinar mais de 90% dos financiamentos às faixas de renda da classe média.

Nos primeiros seis anos (2009-2014), a faixa 1 do programa foi responsável por 45% das contratações, mas nos últimos quatro anos esse percentual não chegou a 10% do total, conforme levantamento feito pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios) e obtido pelo UOL.

O programa atualmente é dividido em quatro faixas. A faixa 1 beneficia famílias com renda de até R$ 1.800. As demais faixas (1,5, 2 e 3) incluem famílias com renda de R$ 1.801 a R$ 9.000.

Segundo o estudo, os seis primeiros anos do programa terminaram com uma média de contratação de 23.741 moradias por mês para a faixa 1. A partir de 2015 –quando teve início a segunda gestão Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB)–, essa média caiu para 3.291, ou 86% menor que o período inicial.

A média mais baixa foi de 2015, primeiro ano da nova gestão de Dilma, com pouco mais de mil imóveis por mês. No mesmo período, a média de contratações de imóveis para as faixas 2 e 3 cresceu 14% –saltando de 28 mil para 32 mil. A faixa 1,5 foi criada em 2016 e por isso não há comparação com anos anteriores.

Os dados do estudo da CNM são relativos aos anos de 2009 a junho de 2018 e foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. O estudo tem autoria das pesquisadoras Karla França e Karine Paiva.

Apesar de cair na faixa renda dos mais pobres, é entre os que ganham até três salários mínimos que está 91% do déficit habitacional brasileiro, de acordo com levantamento da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgado em maio.

Histórico de entregas do programa – programa Minha Casa, Minha Vida foi criado em 2009 para tentar reduzir esse problema, focando principalmente as pessoas mais pobres. A faixa 1 do programa tem quase 100% de suas construções financiadas pelo Orçamento Geral da União.

“No ano de 2015, houve uma queda de 92% no ritmo de contratações de moradia na faixa 1 do programa se comparado ao ano anterior. O ano de 2015 chama a atenção por se apresentar como um ano crítico do programa, em que apenas 16 mil unidades na faixa 1 foram contratadas”, diz o estudo.

“Vale destacar que a demanda de contratações na faixa 1 do programa é uma das principais demandas de prefeituras e também onde está concentrado o déficit habitacional”, completa.

Além da queda nas contratações, a partir de 2016 começou também a queda no ritmo das entregas desses imóveis. “Nota-se uma queda na taxa de entrega em todas as faixas no ano de 2017, sendo a faixa 1 a que apresentou uma redução na taxa de entrega de 58% se comparada à do ano de 2016”, aponta o estudo.

Desde o ano de 2009 até junho de 2018, o programa contratou 5,3 milhões de unidades e entregou 3,9 milhões –o equivalente a uma média de 74% de entrega.

Até 2014, a faixa 1 era a que mais contratava, representando quase metade das unidades do programa. Desde 2015, entretanto, esse percentual respondeu por apenas 9% do total.

De janeiro de 2014 a junho de 2018 foram contratados 138 mil imóveis para a faixa 1, contra 1,3 milhão para as faixas 2 e 3 –ou seja, 9,3% do total apenas para os mais pobres.

Já entre 2009 e 2014, foram 1,7 milhão de imóveis contratados para faixa 1, contra 2 milhões para as demais faixas. A faixa intermediária 1,5, criada em 2016, contratou apenas 67 mil imóveis desde então.

Espera leva à desesperança – Janine da Conceição, 26, lembra que ainda estava grávida, em 2014, quando fez o cadastro para tentar um imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida. Sem poder pagar aluguel, ela mora em um pequeno barraco de tábua na favela Muvuca, na periferia de Maceió.

“Meu marido é pescador, e eu não trabalho. Morávamos com minha mãe na casa de outras pessoas, mas não dá para viver assim. Sem dinheiro, não tinha outra opção a não ser esperar darem uma casa a gente”, relata.

Na favela, um barraco custa entre R$ 1.500 e R$ 3.000, a depender do tamanho. Há 25 anos, Maria das Graças, 56, mora na favela e diz que a espera por uma casa só levou sua esperança. “Espero por uma casa há muito tempo. Sempre diziam que iam dar, iam dar, mas nada”, afirma.

Neste sábado (29), a reportagem do UOL procurou o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que participou da assinatura de ordem de serviço de novas unidades do Minha Casa, Minha Vida em Maceió –e que devem contemplar Janine e Maria das Graças.

Ao chegar, com duas horas e meia de atraso ao evento, Baldy não quis falar com os jornalistas presentes.

Nesta segunda-feira (31), o UOL fez o questionamento à assessoria de imprensa do ministério sobre a redução de contratações na faixa 1, mas não houve retorno.

Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL) prometeu rever as diretrizes do programa, mas ainda não explicou como isso vai ser feito.

Cerimônia de posse na Presidência da República do Brasil

Jair Bolsonaro, e sua esposa, Michelle Bolsonaro — Foto: Ricardo Moraes/Reuter

Cerimônia de posse na Presidência da República do Brasil

Jair Bolsonaro, e sua esposa, Michelle Bolsonaro — Foto: Ricardo Moraes/Reuter
Jair Bolsonaro, e sua esposa, Michelle Bolsonaro — Foto: Ricardo Moraes/Reuter

Cerimônia de posse teve início por volta das 18h; primeiro ministro a tomar posse foi Sérgio Moro (Justiça). Eventos de transmissão de cargos serão realizados nesta quarta-feira.

Por G1 — Brasília

01/01/2019 18h02

O presidente Jair Bolsonaro deu posse à equipe ministerial nesta terça-feira (1º), após receber a faixa presidencial do seu antecessor, o agora ex-presidente Michel Temer, e de discursar à população no parlatório do Palácio do Planalto.

As cerimônias de transmissão de cargo de cada ministério serão realizadas nesta quarta-feira (2).

A equipe de Bolsonaro será composta por 22 ministros – sete a mais do que os 15 anunciados por ele durante a campanha presidencial. Nesta terça, foram empossados 21 ministros. Além deles, Bolsonaro assinou a indicação de Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central, que precisa ser aprovada pelo Senado.

A posse dos ministros teve início por volta das 18h. Na cerimônia, cada ministro era chamado para assinar o termo de posse, por ordem de criação da pasta.Veja quem são os ministros do presidente Jair Bolsonaro

O primeiro ministro a ser empossado foi Sérgio Moro, ex-juiz federal que comandará o Ministério da Justiça, pasta mais antiga do país. Na sequência, tomou posse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, um dos nomes mais próximos de Bolsonaro desde a campanha presidencial.

Além da posse dos ministros e da indicação de Campos Neto para o Banco Central, Bolsonaro também assinou a primeira medida provisória de seu governo, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios, com a nova composição de ministros.

Às 18h20, Bolsonaro e a equipe ministerial posaram para a tradicional foto oficial do presidente com os ministros de governo. Também participou da foto o vice-presidente, Hamilton Mourão.

Quem são os ministros de Bolsonaro — Foto: Alexandre Mauro/G1

Reajuste de aluguel de Janeiro de 2019 pelo IGP-M de Dezembro de 2018

IGP-M de Dezembro de 2018

IGP-M de Dezembro de 2018 para reajustar seu aluguel de Janeiro de 2019

Feliz Ano Novo! Desejamos a você e a sua família muita paz, saúde e prosperidade financeira. A expectativa é muito boa para 2019.

CALCULAR O REAJUSTE ANUAL DO SEU ALUGUEL DE JANEIRO DE 2019 COM O IGP-M DE DEZEMBRO DE 2018, PASSO-A-PASSO

Este material foi escrito de uma forma didática, um passo-a-passo, para facilitar a sua compreensão, com gráficos, imagens e vídeos. E, mesmo assim, se houver dúvida, preencha o formulário no final desta publicação.

Temos uma novidade! Agora você poderá adquirir um e-book feito para quem vai alugar. Com muitas orientações.

Seu aluguel passo-a-passo em 2019

Entretanto, enquanto, os contratos vão terminando, consequentemente reajustes serão e devem ser efetuados.

Muita gente nos enviando perguntas de como se faz o reajuste do contrato do meu aluguel? Muitas dúvidas surgem nesse momento!

Porque a maioria não sabe como funciona um contrato de aluguel. Por isso, resolvi escrever esta explicação para cada mês.

Algumas informações importantes serão utilizadas a principal para este passo-a-passo é o indexador IGP-M. Ele foi publicado no final de Dezembro, por isso, chamado de IGP-M de Dezembro de 2018, publicado pela FGV Fundação Getúlio Vargas. Vamos lhe ajudar, neste passo-a-passo, a solucionar o cálculo do reajuste do seu aluguel e todos os procedimentos necessários, tanto para o inquilino (LOCATÁRIO), como para o proprietário (LOCADOR).

O que você vai precisar ter na sua mão agora:

  • seu contrato de aluguel
  • algo para você anotar: um papel, um caderno, um aplicativo, etc
  • uma calculadora

Perguntas frequentes dos leitores

  • Quando fazer o reajuste do seu aluguel? Descubra primeiro qual é a sua data base ou aniversário do seu contrato para fazer o reajuste
  • Todo inicio de ano eu tenho que ajustar os alugueis? Não! O reajuste se faz anualmente na sua data base ou seja no aniversário do seu contrato
  • Como fazer o reajuste do seu aluguel? Você vai multiplicar o índice IGP-M pelo seu aluguel e depois você soma o resultado ao aluguel, isso, uma vez por ano, na data base ou seja no aniversário do seu contrato
  • O que pode e o que não pode fazer no reajuste do seu aluguel? No passo-a-passo você aprender como isso funciona

Então, vamos esclarecer …

  1. O mês que iniciou seu contrato:
    1. Não importa em que dia do mês seu contrato iniciou, O que importa é o mês que iniciou.
    2. Neste caso, é Janeiro! Qualquer que seja o dia, sempre será o mês que vai validar!
  2. Mudar de ano (quando termina um e começa o seguinte) não implica em aumento de aluguel:
    1. Apenas mudar de ano, ou seja, passar de um ano civil para o outro, não autoriza aumentar ou diminuir seu aluguel.
    2. Ele permanece com o mesmo valor todos meses.
    3. Cada mês que vence você paga o mesmo valor do primeiro mês até o último mês do contrato de 12 meses – sendo seu contrato anual. Ou seja, você paga até o dia da renovação.
    4. Vamos supor que seu contrato iniciou em Janeiro de 2018, agora em Janeiro de 2019 ele será alterado através da renovação de contrato. Você entendeu bem?
    5. Seu contrato iniciou em Janeiro de 2018 e terminou em Dezembro de 2018, em Janeiro de 2019 inicia mais um novo contrato de 12 meses, isto é, vai até Dezembro de 2019.
  3. Índice utilizado para a renovação do seu contrato de aluguel
    1. E o índice utilizado para essa renovação será IGP-M de Novembro de 2018! O IGP-M é mais indicado para situações de locação.
    2. Tanto faz ser residencial como comercial.
    3. Porém, será necessário constar no seu contrato.
  4. Quando publica o índice?
    1. Todos os meses, no final de cada mês, a FGV Fundação Getúlio Vargas publica os resultados de vários índices que compõem o IGP-M.
    2. Isto não significa que seu aluguel será corrigido todos meses, gerando assim, cada mês um valor de aluguel diferente. Não!
    3. Significa apenas que durante esse período que você está alugando, naquele mês algo aconteceu com a economia que gerou inflação, ou seja, seu dinheiro ficou “barato”, e daí você vai precisar de mais dinheiro para pagar as mesmas coisas. Ou, se, houve uma deflação, que é quando seu dinheiro ficou mais “caro”, ou melhor, você precisa de pouco dinheiro para comprar as mesmas coisas.
  5. Índice acumulado nos últimos 12 meses:
    1. Um ano, 12 meses, é muito tempo.
    2. Muitas coisas podem acontecer.
    3. Então, prevalece calcular o seu reajuste ao término dos 12 meses.
    4. Assim, se faz o reajuste utilizando o IGP-M acumulado nos últimos 12 meses, o seu valor acumulado em 12 meses para Dezembro de 2018 é de 7,54%.

Atualizando suas informações

Vamos identificar o que já descobrimos sobre seu contrato até agora:

Data do início do Contrato: Janeiro
Data do fim do Contrato: Dezembro

Uma vez que você já saiba qual é o período do seu contrato, ou seja, início e fim, inicia em Dezembro de cada ano, e termina em Novembro de cada ano, agora você precisa saber sobre o INDEXADOR. Normalmente o indexador mais usado para contratos de aluguel tanto residencial como comercial é o IGP-M Índice Geral de Preços – Mercado, que é publicado pela FGV Fundação Getúlio Vargas nos últimos dias de Dezembro.

INDEXADOR: IGP-M

Quando o seu contrato possui uma referência, ou seja, um indexador, tal como o IGP-M/FGV, fica mais fácil para calcular o reajuste. Basta multiplicar o valor acumulado dos últimos 12 meses. Desta vez utilizaremos o IGP-M de Dezembro de 2018.

Por que reajustar o aluguel?

Mas, por que é preciso reajustar seu aluguel? O reajuste faz com que o aluguel não fique defasado diante da inflação ou deflação.

Atenção! Este é apenas um exemplo, o cálculo deste mês está a baixo, certo??

Saiba a diferença entre inflação e deflação:

  • Na inflação, você precisará de mais dinheiro para pagar o mesmo valor (poder de compra) do início do contrato que firmou. Por exemplo, seu aluguel no início era R$ 500,00, depois de 12 meses, a inflação acumulada em 12 meses atingiu +10%, ou seja, para pagar o mesmo valor inicial, será preciso mais dinheiro. Veja, você vai precisar de mais R$ 50,00 (10%). Então, seu aluguel de R$ 500,00 passará para R$ 550,00;
  • Já, na deflação, você precisará de menos dinheiro (o seu dinheiro valorizou, você terá mais pode de compra). Por exemplo, seu aluguel no início era R$ 500,00, depois de 12 meses, a inflação acumulada em 12 meses atingiu 10%, ou seja, para pagar o mesmo valor inicial, será preciso menos dinheiro. Veja, você vai precisar de menos R$ 50,00 (10%). Então, seu aluguel de R$ 500,00 passará para R$ 450,00

Deixe seu imóvel sob a administração da DERVILLE Imóveis solicite um orçamento para derville@dervilleimoveis.com.br.


PRIMEIRO PASSO! IGP-M de Novembro de 2018: Descobrir a sua data base para fazer o reajuste anual no tempo certo

Já conseguimos algumas informações importantes!

Por isso, descobrimos três informações importantes sobre seu contrato até agora:

  • Data do início do Contrato: Janeiro
  • Data do fim do Contrato: Dezembro
  • Índice a ser utilizado: IGP-M de Dezembro

Observe atentamente de acordo com a data que inicia o seu contrato de aluguel:

Data Base: JANEIRO

Data do inicio do Contrato: Janeiro
Data do fim do Contrato: Dezembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Dezembro

JANEIRO 2014 | JANEIRO 2015 | JANEIRO 2016

JANEIRO 2017 | JANEIRO 2018 | JANEIRO 2019

Data Base: FEVEREIRO

Data do inicio do Contrato: Fevereiro
Data do fim do Contrato: Janeiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Janeiro

FEVEREIRO 2014 | FEVEREIRO 2015 | FEVEREIRO 2016

FEVEREIRO 2017 | FEVEREIRO 2018

Data Base: MARÇO

Data do inicio do Contrato: Março
Data do fim do Contrato: Fevereiro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Fevereiro

MARÇO 2014 | MARÇO 2015 | MARÇO 2016

MARÇO 2017 | MARÇO 2018

Data Base: ABRIL

Data do inicio do Contrato: Abril
Data do fim do Contrato: Março
Índice a ser utilizado: IGP-M de Março

ABRIL 2014 | ABRIL 2015 | ABRIL 2016

ABRIL 2017 | ABRIL 2018

Data Base: MAIO

Data do inicio do Contrato: Maio
Data do fim do Contrato: Abril
Índice a ser utilizado: IGP-M de Abril

MAIO 2014 | MAIO 2015 | MAIO 2016

MAIO 2017 | MAIO 2018

Data Base: JUNHO

Data do inicio do Contrato: Junho
Data do fim do Contrato: Maio
Índice a ser utilizado: IGP-M de Maio

JUNHO 2014 | JUNHO 2015 | JUNHO 2016

JUNHO 2017 | JUNHO 2018

Data Base: JULHO

Data do inicio do Contrato: Julho
Data do fim do Contrato: Junho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Junho

JULHO 2014 | JULHO 2015 | JULHO 2016

JULHO 2017 | JULHO 2018

Data Base: AGOSTO

Data do inicio do Contrato: Agosto
Data do fim do Contrato: Julho
Índice a ser utilizado: IGP-M de Julho

AGOSTO 2014 | AGOSTO 2015 | AGOSTO 2016

AGOSTO 2017 | AGOSTO 2018

Data Base: SETEMBRO

Data do inicio do Contrato: Setembro
Data do fim do Contrato: Agosto
Índice a ser utilizado: IGP-M de Agosto

SETEMBRO 2014 | SETEMBRO 2015 | SETEMBRO 2016

SETEMBRO 2017 | SETEMBRO 2018

Data Base: OUTUBRO

Data do inicio do Contrato: Outubro
Data do fim do Contrato: Setembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Setembro

OUTUBRO 2014 | OUTUBRO 2015 | OUTUBRO 2016

OUTUBRO 2017 | OUTUBRO 2018

Data Base: NOVEMBRO

Data do inicio do Contrato: Novembro
Data do fim do Contrato: Outubro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Outubro

NOVEMBRO 2014 | NOVEMBRO 2015 | NOVEMBRO 2016

NOVEMBRO 2017 | NOVEMBRO 2018

Data Base: DEZEMBRO

Data do inicio do Contrato: Dezembro
Data do fim do Contrato: Novembro
Índice a ser utilizado: IGP-M de Novembro

DEZEMBRO 2014 | DEZEMBRO 2015 | DEZEMBRO 2016

DEZEMBRO 2017 | DEZEMBRO 2018


SEGUNDO PASSO: IGP-M de Dezembro de 2018

As vantagens aumentam quando as informações são precisas. Quando as orientações profissionais dinamizam suas decisões. Portanto, trabalhar com a DERVILLE Imóveis torna-se um grande passo para o sucesso nos seus negócios imobiliários.

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IGP-M DE DEZEMBRO DE 2018: O REAJUSTE ANUAL DO SEU ALUGUEL PARA CONTRATOS FIRMADOS EM JANEIRO

Todos os meses, nos seus últimos dias, são publicados as informações do boletim da IBRE/FGV sobre o indexador “O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 1,08% em dezembro, percentual inferior ao apurado em novembro, quando variou -0,49%. Com este resultado, o índice encerra o ano com taxa de 7,54%. Em dezembro de 2017, o índice havia subido 0,89% e acumulava queda de 0,52% em 12 meses.”

Depois desta informação, o que você deve fazer?

O primeiro é entender os tipos de reajustes para o seu aluguel tanto residencial como comercial!

TIPOS DE REAJUSTES DE ALUGUEL

Antes de conhecer os tipos de reajustes permitidos, observe os tipos que são PROIBIDOS:

  • É PROIBIDO reajustar seu aluguel pela variação cambial de uma moeda estrangeira;
  • É PROIBIDO reajustar seu aluguel com base no salário mínimo.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 17. É livre a convenção do aluguel, vedada a sua estipulação em moeda estrangeira e a sua vinculação à variação cambial ou ao salário mínimo.

Os reajustes para a locação são dois tipos:

  1. REAJUSTE ANUAL (para manter o poder de compra, em função da inflação ou deflação do período contratado, para tanto, usa-se um indexador – geralmente o IGP-M)
  2. REAJUSTE TRI-ANUAL (para assegurar a proporção da “renda” em função do valor de mercado do imóvel locado – que gira em torno de 0,5% a 1,1% para os imóveis residenciais)

Na hora de compor o contrato de locação tanto o Locador (Proprietário ou responsável pelo imóvel) como o Locatário (Inquilino) deverão escolher, de comum acordo, a forma que será estabelecida no que se refere aos reajustes durante o contrato ou na sua renovação anual. Por isso, não pode ficar mudando os detalhes durante o contrato firmado! Alguns escolhem pôr em seus contratos: “no maior índice” ou ainda uma relação de índices para serem escolhidos na hora do reajuste. Tudo isso leva a nulidade do contrato.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 18. É lícito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste.

IGP-M de Novembro de 2018: Reajuste anual

Este reajuste é para manter o poder de compra em função da inflação ou deflação do período do contratoIGP-M de Novembro de 2018

Este reajuste ocorre uma vez por ano no mês de aniversário do seu contrato ou DATA BASE.

Lembre-se que você mora 30 dias, depois paga pelo período que morou.

NÃO pode pagar para morar!

A Lei do Inquilinato é clara em dizer que você mora e depois paga pelo uso.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)

Art. 43. Constitui contravenção penal, punível com prisão simples de cinco dias a seis meses ou multa de três a doze meses do valor do último aluguel atualizado, revertida em favor do locatário:
I – exigir, por motivo de locação ou sublocação, quantia ou valor além do aluguel e encargos permitidos;
II – exigir, por motivo de locação ou sublocação, mais de uma modalidade de garantia num mesmo contrato de locação;
III – cobrar antecipadamente o aluguel, salvo a hipótese do art. 42 e da locação para temporada.

Na maioria dos contratos de locação, tanto residencial como comercial, o IGP-M é o indexador mais utilizado, pois é o que mais reflete a variação econômica para este segmento.

VAMOS CALCULAR COM O IGP-M DE NOVEMBRO DE 2018: CONTRATOS FIRMADOS EM DEZEMBRO

Portanto, para os contratos firmados em Janeiro de cada ano, serão feitos os seguintes cálculos:

  • Data do inicio do Contrato: Janeiro
  • Data do fim do Contrato: Dezembro
  • Índice a ser utilizado: IGP-M de Dezembro de 2018
  • Data Base (Aniversário) do Contrato: Janeiro/2018
  • Data de Reajuste do Contrato: Janeiro/2019
  • Data do Vencimento do Aluguel reajustado: 05/Fevereiro/2019 (pode ser outra data em Fevereiro/2019 – será a data que você vai pagar o aluguel)
  • Aluguel Atual: R$ 500 (EXEMPLO)
  • IGP-M acumulado nos últimos 12 meses: 7,54% (em decimais 0,0754)
Passo-a-passo o cálculo
  1. TRANSFORME A PORCENTAGEM EM DECIMAL: 7,54% dividido por 100 = 0,0754
  2. MULTIPLIQUE PELO ALUGUEL: R$ 500 x 0,0754 = R$ 37,70
  3. AGORA, SOME O ALUGUEL + REAJUSTE: R$ 500 + R$ 37,70 = R$ 537,70

Portanto, o aluguel reajustado passará de R$ 500 para R$ 537,70 mensais para o período de Janeiro/2019 a Dezembro/2019, sendo o seu primeiro vencimento em Fevereiro/2019. Você está utilizando o IGP-M de Dezembro de 2018!


NÃO SE ESQUEÇA DO RECIBO!!!

Quanto ao recibo de pagamento do aluguel

Aluguel pago, gera-se um recibo por parte do Locador.

Isto é obrigatório!!!!

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)
Art. 44. Constitui crime de ação pública, punível com detenção de três meses
a um ano, que poderá ser substituída pela prestação de serviços à comunidade:
I – recusar se o locador ou sublocador, nas habitações coletivas multifamiliares, a fornecer recibo discriminado do aluguel e encargos

Reajuste tri-anual para assegurar a proporção do aluguel com o valor do imóvel

Outro reajuste é pelo valor de mercado que ocorre a cada 36 meses de contrato.

Como funciona

Entendendo que a cada 3 (três) anos ou 36 (trinta e seis) meses, muitas coisas podem mudar. Inflação ou deflação na economia. Quando a inflação ocorre, você vai precisar de mais dinheiro para comprar a mesma coisa que você comprava antes, então o preço sobe. Mas, se houver deflação, ocorrerá o contrário, o dinheiro valoriza, e com pouco dinheiro você comprará a mesma coisa, então os preços abaixam.

Faça o cálculo

Se você é proprietário de um imóvel e pretende ter renda com a locação então você deverá fazer um cálculo sobre o preço atual do seu imóvel. Vamos supor que seu imóvel valha em torno de R$ 105.180,00 e você pretenda ter uma renda de 0,5% (meio por cento) mensal. Num cálculo simples, teremos R$ 525,90. Claro que neste cálculo desprezamos uma série de fatores que não foram levados em conta. Mas, só para você ter uma ideia como isso funciona.

LEI DO INQUILINATO (LEI No 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991)
Art. 19. Não havendo acordo, o locador ou locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustálo ao preço de mercado.

Como eu posso saber se já está na hora de fazer uma avaliação a preço de mercado?

Você deve ter um administrador para os contratos e para seus imóveis. Locação não é brincadeira. Você não pode negligenciar a renda do seu patrimônio. Você precisa de alguém que cuide de cada detalhe. Não basta conseguir um inquilino que pague em dia se o seu imóvel está sendo desvalorizado todos os dias! Agora veja se é o seu caso:

Período Meses de Contrato Indexador
JAN/15 – DEZ/15 12 meses INÍCIO DE CONTRATO
JAN/16 – DEZ/16 24 meses IGPM/FGV
JAN/17 – DEZ/17 36 meses IGPM/FGV
JAN/18 – DEZ/18 12 meses Valor de Mercado
ATENÇÃO!!! comuniQUE a forma do reajuste que será adotadA

Tanto o proprietário como a administradora da locação do imóvel, devem enviar um aviso com até 30 dias de antecedência ao inquilino e ao seu fiador comunicando a forma do reajuste que será adotado.

Procure desenvolver um calendário de compromissos com os contratos e a locação.

Para a Data Base: DEZEMBRO, este aviso deverá ser feito até dia 30 de NOVEMBRO! Neste prazo o inquilino e seu fiador poderão:

  1. aceitar esta proposta de continuidade com o reajuste proposto, ou
  2. apresentar uma contra-proposta, ou
  3. negar a proposta escolhendo sair do imóvel em até 30 dias após o término do contrato.

Você poderá baixar um modelo de aviso: COMUNICADO DE REAJUSTE ANUAL DO ALUGUEL

Se você precisa alugar, então, consulte os imóveis que temos para locação! Aqui

AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA

Neste momento de reajuste, o proprietário (locador) e o inquilino (locatário) contratam um corretor de imóveis avaliador para lhes apresentar uma avaliação do imóvel no VALOR DE MERCADO, bem como o valor de mercado para a locação do imóvel em referência. A avaliação imobiliária custa em torno de 3% do valor do imóvel. Será gerado um documento sob a responsabilidade do corretor de imóveis perito avaliador credenciado, por isso é cobrado honorário por este serviço.

Solicite um orçamento na DERVILLE Imóveis – atendemos Curitiba e Região. Conheça os nossos serviços na Administração da Locação do seu imóvel DERVILLE IMÓVEIS – Avaliação Imobiliária Se você mora em Curitiba/PR ou Região Metropolitana ou São Paulo/SP ou Região Metropolitana, solicite um orçamento para avaliação do seu imóvel:

Se tiver alguma dúvida, agora você poderá contratar seu cálculo personalizado por R$ 87,00 (Oitenta e sete Reais). Com as seguintes orientações:

  • Conheça seu contrato
  • Planilha de controle de aluguel
  • Reajuste do seu aluguel
  • Respondendo suas dúvidas

Preencha este formulário:

DERVILLE Imóveis

(41) 99178-6464 – Vivo WathsApp Telegram

(41) 99822-3411 – Tim WathsApp Telegram

Skype: derville.imoveis | derville@dervilleimoveis.com.br

Curitiba, em 2016, está entre os 66 municípios que concentraram quase metade do PIB do país

Curitiba

As cidades com maior geração do PIB representavam um terço da população brasileira. Pesquisa mostra, ainda, que apenas 6 municípios responderam por quase ¼ da economia do país.

Por Daniel Silveira, G1 — Rio de Janeiro | 14/12/2018 10h00 | Atualizado

Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016 ficou concentrado em apenas 66 dos 5.570 municípios do país. Isso significa que apenas 1,2% das cidades, que representavam 1/3 da população, responderam por cerca de 50% de toda a economia brasileira naquele ano. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407.

PIB do Brasil é concentrado em poucos municípios, aponta IBGE

PIB do Brasil é concentrado em poucos municípios, aponta IBGE

Segundo o novo levantamento, apenas 6 municípios, que representavam 12,9% da população em 2016, concentraram cerca de 25% do PIB do país. São eles:

  • São Paulo, com 11% do total;
  • Rio de Janeiro, com 5,3%;
  • Brasília, com 3,8%;
  • Belo Horizonte, com 1,4%;
  • Curitiba, com 1,3%;
  • Osasco, com 1,2%.

Segundo o IBGE, destes seis municípios com os maiores PIBs, apenas Osasco alterou sua posição no ranking ao longo da série histórica do levantamento. Em 2012, o município paulista ocupava a 16ª colocação. A ascensão para a 6ª posição, segundo o instituto, se deu “muito em virtude do ganho de participação das atividades de comércio, serviços de informação e atividades financeiras no período”.
O instituto destacou, também, que em 2002, os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somavam 19,0% do PIB do Brasil e, essa participação caiu para 16,2%. Tal queda distribuiu-se entre as atividades da indústria e dos serviços.

Maiores fatias do PIB em 2016 (em %)
Curitiba
Quase 1/4 de toda a economia brasileira estava concentrada em apenas seis municípios.
Fonte: IBGE

Economia de 55% das cidades é sustentada por governos

Segundo o IBGE, a principal atividade econômica em 55,0% dos municípios brasileiros era composta pelo conjunto dos serviços da administração pública, o que mostra o tamanho da dependência de governos das cidades.

Mais de 90,0% dos municípios de Roraima, Paraíba, Piauí, Sergipe, Amapá e Rio Grande do Norte tinham esse perfil. No outro extremo, os estados da Região Sul tinham cerca de 11,0% com essa característica.

Sudeste lidera ranking dos 100 maiores PIB

O levantamento apresentado nesta sexta-feira pelo IBGE mostrou também que 56% do PIB brasileiro em 2016 estava concentrado em 100 municípios. A região Sudeste liderava esse grupo, com 56 municípios entre os mais ricos do país.

Distribuição regional dos 100 maiores PIBs de 2016

Curitiba

Sudeste concentrava mais da metade dos municípios mais ricos do país.
Fonte: IBGE

A Região Norte ficou na lanterna deste ranking, com apenas quatro municípios. O IBGE destacou que apenas as capitais de três estados desta região não estavam entre o grupo dos 100 municípios mais ricos: Rio Branco (AC), Boa Vista (RR) e Palmas (TO).

Cidade-Região de São Paulo

De acordo com o IBGE, a capital paulista compõe, junto a outros 139 municípios “fortemente interligados e polarizados por ele”, a chamada Cidade-Região de São Paulo — região de urbanização quase contínua que se estende desde Santos até Piracicaba, e desde Sorocaba até Pindamonhangaba. Em 2016, essa região concentrava 26% do PIB do país, tendo perdido participação ao longo dos anos – em 2002 ela respondia por 28,2% da economia.

“Em média, um quilômetro quadrado de território da Cidade-Região de São Paulo produzia, em 2016, o equivalente a 68 vezes a produção de um quilômetro quadrado do restante do território nacional – isto é, da área do país sem a Cidade-Região”, destacou a publicação.

Ganho de participação da Amazônia Legal

Entre 2002 e 2016, aumentou de 6,9% para 8,6% a participação da Amazônia Legal no PIB do Brasil. A região é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.

Heterogênea, a região da Amazônio Legal inclui áreas tanto de cultivo, mineração e produção industrial quanto reservas indígenas e de preservação ambiental. Em 2002, ela respondia por 14,8% da agropecuária nacional, passando para 21% em 2016.

Evolução do PIB Brasileiro

Curitiba

Em %
Fonte: IBGE e Boletim Focus do Banco Central

Maiores avanços e maiores recuos

O levantamento mostrou que Brasília foi o município com maior ganho de participação no PIB nacional – uma alta de 0,2 pontos percentuais na comparação com o ano anterior. Este avanço ocorreu devido à atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Em seguida, aparecem, todas com ganho de 0,1 p.p, as cidades paulistas de Osasco, Paulínia e São Paulo, além do município baiano de São Francisco do Conde.

Já as cinco maiores quedas absolutas foram influenciadas pela atividade de extração de petróleo e gás natural. A principal queda ocorreu para o município de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que perdeu 0,3 p.p. de participação na comparação com 2015. Outras duas cidades fluminenses, Cabo Frio e Maricá, juntamente com a cidade paulista de Ilhabela e a capixaba de Presidente Kennedy respondem pelas outras quatro principais quedas, todas de 0,1 p.p.

O IBGE destacou ainda que estes cinco municípios que tiveram as maiores quedas respondiam por 1,1% do PIB nacional em 2015, percentual que recuou para 0,6% em 2016.

A Bahia teve dois destaques positivos quando analisado o ranking de participação no PIB nacional. O município de Gentio do Ouro avançou 2.005 posições, beneficiado pela indústria de máquinas e equipamentos demandados para a construção de um complexo eólico. O segundo colocado em termos de avanço no ranking foi Tabocas do Brejo Velho, que viu aumentar sua arrecadação tributária com a importação de equipamentos para geração de solar.

O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?

O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?

Destaques por atividade econômica

Agropecuária: Segundo o IBGE, 170 municípios concentravam, em 2016, ¼ do valor adicionado da Agropecuária brasileira. A maior parte destes municípios (67) se encontra na Região Centro-Oeste do país, que lidera a produção de soja em grão e do algodão herbáceo.

“Da primeira até a 12ª posição da Agropecuária, em 2016 todos os municípios estão no Centro-Oeste, em 2002, apenas os dois primeiros pertenciam a essa região”, ressaltou o instituto.

Indústria: Na atividade industrial, em 2016, apenas 18 municípios concentravam ¼ do valor adicionado bruto ao PIB. “Com 86 municípios chega-se a ½ da indústria. No outro extremo, nota-se que 2.708 municípios responderam por 1% da indústria”, destacou a publicação.

Dentre os 20 municípios de maior participação na indústria, 11 pertencem à Região Sudeste. São Paulo (5,5%), Rio de Janeiro (3,2%) e Manaus (2,2%) lideravam este grupo. Também integravam o grupo as capitais de Minas Gerais, Brasília, Fortaleza e Salvador.

Serviços: Desconsiderando os serviços da administração pública, São Paulo (15,4%), Rio de Janeiro (5,9%), Brasília (3,4%) e Belo Horizonte (1,8%) concentravam pouco mais de ¼ do PIB do setor de serviços do país. Juntamente a outros 31 municípios, sendo 19 capitais entre eles, a participação chegava à metade de todo valor adicionado pelos serviços.

Ainda segundo o IBGE, Osasco, no interior paulista, ficou em 5º lugar no ranking de serviços, sendo a cidade mais bem colocada neste ranking sem ser capital.

Notícias: Ministro da Fazenda sugere ao futuro governo tributar aplicações em LCI e LCA

© Reuters. Ministro da Fazenda sugere ao futuro governo tributar aplicações em LCI e LCA
Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante coletiva de imprensa em Brasília 28/05/2018 REUTERS/Adriano Machado

Arena do Pavini – O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse hoje que apresentou uma série de sugestões para a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro para equilibrar as contas públicas. Entre elas, está a tributação de ativos financeiros
hoje isentos, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA). Segundo Guardia, o próximo governo vai ter de fazer um ajuste focado no corte de despesas, mas admitiu aumento de alguns impostos, compensando-os com a redução de outros.

O documento preparado pela atual equipe econômica inclui um detalhamento da atual situação fiscal do país e dá sugestões para uma reforma tributária para buscar o equilíbrio das contas públicas.

Segundo Guardia, as sugestões buscam encontrar uma melhor distribuição da carga tributária, eliminando distorções, como setores que pagam menos imposto hoje e que podem passar a pagar mais. Não haveria, portanto, um aumento da carga tributária, mas uma melhor distribuição dela. Um dos mecanismos para ajustar essa situação seria avaliar o gasto tributário do governo, que são os benefícios e incentivos dadas a empresas. “Não queremos aumentar o nível de tributação, mas temos de redistribuir a carga tributária, para os setores terem cargas semelhantes”, diz. Ente os exemplos de possíveis de fim de incentivos fiscais, ele citou o caso das LCI e LCA, papéis emitidos pelos bancos com lastro em créditos para esses setores, e que hoje são isentas para pessoas físicas. A sugestão feita ao novo governo é que elas passem a pagar imposto de renda igual às aplicações em CDB ou fundos, por exemplo.

“A nossa mensagem do documento é que o problema central é o aumento do gasto e por isso temos de atacar o lado da despesa, particularmente a despesa previdenciária que é urgente e tem de ser enfrentada não só pela questão fiscal mas pela justiça social”, disse. “Não fazemos recomendações de aumento de impostos”, afirmou Guardia. “Colocamos algumas alternativas do lado da receita, pois para corrigir distorções do sistema tributário podemos perder receitas que exigirão compensações”, explicou. Ele deu o exemplo da tributação das empresas, que no Brasil é a maior do mundo. Para aumentar a produtividade e reduzir impostos sobre as empresas, porém, o governo teria de buscar compensações, afirmou o ministro.

“E tem benefícios tributários com os quais não concordamos”, disse, acrescentando que “hoje existe isenção para aplicação em LCI e LCA, isso não vai afetar a população, só aquela parcela que tem acesso a esses produtos, então dizemos que deveria tributar, ser igual para todo mundo, o que não significa aumentar o imposto de quem está nos ouvindo”, destacou. “É simplesmente um tratamento tributário uniforme”, acrescentou.

Não há, porém, garantias de que as propostas feitas pelo ministro serão aceitas pela nova equipe econômica, que já discordou em diversos pontos da atual, incluindo a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer. Além disso, a tributação sobre LCI e LCA afetaria os dois bancos federais, o Banco do Brasil (SA: ), que usa as LCA para financiar a atividade do agronegócio, e a Caixa Econômica Federal, que usa as LCI como fonte de recursos para o crédito imobiliário. Sem o incentivo fiscal, o interesse por esses papéis cairia bastante e os setores poderiam perder recursos mais baratos para se financiar.

Já houve uma tentativa de eliminar a isenção desses papéis durante o governo de Dilma Rousseff, uma vez que eles acabaram provocando distorções no mercado, atraindo recursos de outros investimentos, especialmente fundos. A situação foi parcialmente resolvida com a definição de prazos mínimos de aplicação mais longos.

Além da LCI e da LCA, as Letras Hipotecárias, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA) e os fundos imobiliários são isentos de imposto hoje, sem contar a caderneta de poupança. Caso passem a pagar imposto de renda, as LCI e LCA estariam sujeitas a tributações de 22,5% sobre o rendimento até seis meses, 20% de seis meses a um ano, 17,5% de um ano a dois e 15% acima de dois anos.

Por Arena do Pavini