Empresas Brasileiras: internacionalização

Internacionalização de empresas brasileiras cresceu em 2013

Fonte: O Globo, 28/ago

A internacionalização das empresas brasileiras cresceu 1,6% em 2013 (de 21,3% para 22,9%), segundo levantamento elaborado pela Fundação Dom Cabral (FDC), considerada uma das melhores escolas de negócios da América Latina. O estudo, que levou em conta 66 empresas com operações internacionais, seja através de subsidiárias ou franquias, mostrou que a construtora Norberto Odebrecht aparece em primeiro lugar no ranking, com índice de transnacionalidade de 0,549. Em segundo lugar, ficou a siderúrgica Gerdau, com índice de 0,547.

– Há muito tempo a empresa vem focando sua estratégia no exterior, desde a década de 70, e não se rende a dificuldades econômicas. Não é uma surpresa ter sido a primeira no ranking – disse o professor Sherban Leonardo Cretoiu, do núcleo de estraégia e negócios internacionais da FDC.

O ranking representa apenas uma amostra de multinacionais brasileiras, que concordaram em participar da pesquisa. O levantamento é feito anualmente e leva em consideração os dados de ativos, receitas e funcionários dessas companhias no exterior.

De acordo com o professor Sherban Leonardo, o baixo crescimento da economia brasileira no ano passado, e este ano, elevou a expectativa das empresas com suas operações no exterior. De acordo com o especialista, as companhias esperam, por exemplo, vendas maiores lá fora, e margens de lucro melhores, equilibrando a receita com o desempenho mais fraco por aqui

– É natural que com a economia mais lenta, a expectativa com o exterior fique mais positiva entre aquelas empresas que já atuam em outros países. Aqui, há muitos empresários em clima de expectativa com o país, especialmente com o que virá depois da eleição – disse Sherban.

O especialista lembra, entretanto, que o Brasil é o principal mercado dessas companhias e que o baixo crescimento econômico não é o fator determinante para que elas busquem novos mercados no exterior. Segundo ele, as companhias também estão interessadas em ganhar competitividade, quando cruzam as fronteiras, conhecendo novos processos de gestão e incorporando novas tecnologias.

– O baixo crescimento da economia é apenas um dos fatores que levam as empresas a reforçar ou iniciar operações no exterior. Há fatores que vão além do campo financeiro, como ganho de competitividade – diz Sherban.

O levantamento mostrou que 65,1% das empresas pretendem expandir suas operações nos mercados em que já atuam no exterior. Outras 44,4% planejam entrar em novos países em 2014, números que vêm se repetindo nos levantamentos anteriores.

Por enquanto, a pesquisa não mostrou intenção dos emrpesários de reforçar investimentos na Europa, mostrou a pesquisa. No ano passado, a Turquia ainda apareceu no radar das empresas, mas este ano nenhum país europeu foi citado. O levantamento mostrou intenção de aumentar operações em países latino-americanos que apresentam crescimento econômico expressico, como a Colômbia, por exemplo.

A América do Sul lidera com 75,8% das multinacionais brasileiras com presença física na região, seguida da América do Norte (66,7%) e Europa (54,6%). Os Estados Unidos e a Argentina são os países onde essas empresas têm maior presença. Entre as 66 empresas do levantamento, 39 possuem operações nos EUA e 33 na Argentina. Mas a Argentina foi o país que mais perdeu empresas brasileiras (cinco) no ano passado, o que pode ser atribuído aos problemas políticos e econômicos.

COHAB: Projetos gratuitos para famílias com renda até 5 salários mínimos

Famílias com renda até 5 salários mínimos podem fazer projetos gratuitos na Cohab

O serviço atende interessados em construir ou ampliar moradias até o limite de 70 metros quadrados de área construída

Famílias com renda até cinco salários mínimos que desejam construir ou ampliar sua casa própria podem procurar a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) para contar com um serviço gratuito de elaboração de projetos. Não é necessário estar inscrito na fila nem ter comprado um imóvel da Companhia para ter direito ao benefício. Qualquer pessoa proprietária de terreno no município de Curitiba pode procurar o Setor de Aprovação de Projetos da Cohab e fazer a solicitação.

O atendimento também inclui a emissão de alvará simplificado – documento que regulariza a construção e após o término da obra permite o registro do imóvel em cartório. A exigência de alvará para obras de construção de moradias está definida em lei municipal. Ao final da obra, o proprietário solicita uma vistoria da Prefeitura, para obter o Certificado de Vistoria de Conclusão de Obras (CVCO). Em seguida é possível a averbação da edificação no cartório de registro de imóveis.

Para se enquadrar no benefício, a construção deve ter uso exclusivamente residencial e área máxima de 70 metros quadrados em um único pavimento. É permitida apenas uma residência por lote, todavia no caso de imóveis oriundos de projetos de reassentamento e regularização fundiária promovidos pela Cohab é autorizada a emissão de dois ou mais alvarás no mesmo terreno.

Nos casos de reformas ou ampliações, o total de área construída também não pode ultrapassar os 70 metros quadrados. “Este serviço garante que a reforma aconteça dentro dos parâmetros legais, pois muitas pessoas que ampliam suas casas sem orientação, acabam construindo de maneira errada e não conseguem registrar o imóvel”, explica o presidente da Cohab, Ubiraci Rodrigues.

Vantagens

Graças a um convênio firmado entre a Cohab e o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), a família que obtém o alvará simplificado não é obrigada a contratar responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) para acompanhar a obra. “Reforma já é um gasto pesado, então economizar o que seria pago a um destes profissionais gera uma importante economia em especial para famílias de menor renda”, destaca Rodrigues.
Além de receber o projeto gratuitamente e não precisar contratar um responsável técnico, existe outra vantagem após a regularização do imóvel. Trata-se da possibilidade de isenção do IPTU, que é concedida para residências com até 70 metros quadrados e valor venal de no máximo R$ 39,4 mil.

Ampliação

A dona de casa Rita de Cássia, 44 anos, é moradora de uma casa no conjunto moradias Itaqui no Tatuquara, onde vive com três filhas e três netos. Ela procurou a Cohab para fazer um projeto de ampliação, já que a moradia ficou apertada depois que a filha mais velha chegou com as três crianças. “Quero construir mais três peças atrás para ela morar com meus netos. Vai ter um quarto, um banheiro e a sala conjugada com a cozinha”, conta.

A casa original tem área de 43 metros quadrados e a ampliação terá 23 metros quadrados, ficando a soma dentro dos 70 permitidos. “Tem gente que aumenta de qualquer jeito, mas eu queria fazer tudo certinho, por isso vim na Cohab e fui muito bem atendida. Expliquei o que eu preciso e já saí com o desenho do projeto pronto. Agora é só contratar pedreiro e fazer a obra”, disse Rita.

Serviço

O atendimento aos interessados é prestado pelo Setor de Aprovação de Projetos da Cohab, que funciona no segundo andar da sede da Companhia, na rua Barão do Rio Branco, 45. Mais informações poderão ser obtidas nos telefones 3221-8948 e 3221-8293.

Fonte: COHAB Curitiba

IGP-M de Agosto de 2014: deflação menor em agosto de 2014

IGP-M de Agosto de 2014!

Puxado por preços de alimentos, IGP-M tem deflação menor em agosto

Fonte: O Globo, 28/ago

IGP-M de Agosto de 2014: O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou deflação pelo quarto mês consecutivo em agosto, de 0,27%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. A taxa, no entanto, é menor que a calculada em julho, quando houve recuo de 0,61%, o que representa uma aceleração do indicador. No ano, o índice tem alta de 1,56% e, em 12 meses, acumula aumento de 4,89%.


O IGP-M é usado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e de aluguel de imóveis. A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 0,34%, de acordo com a mediana de 20 projeções, que foram de recuo de 0,26% a 0,48 %.

A aceleração foi puxada pela queda menos intensa dos preços no atacado, calculados pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que registraram deflação de 0,45%, após recuo de 1,11% no mês anterior. Contribuiu para esse resultado a taxa dos alimentos in natura, que ficou negativa em 3,73%, frente à queda de 7,71% de julho. O IPA corresponde a 60% do IGP-M.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) seguiu no caminho inverso. O indicador, que tem peso de 30% sobre o IGP-M, registrou alta de 0,02% em julho, uma desaceleração em relação aos 0,15% do mês passado. O recuo foi influenciado pela queda na taxa de água e esgoto residencial, cuja taxa passou de -0,66% para -0,91%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também desacelerou, de 0,8% para 0,19%. O grupo de materiais, equipamentos e serviços, cuja taxa variou de 0,45%, em julho, para 0,15%, em agosto, contribuiu para o resultado.

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