Crédito Imobiliário: Fevereiro de 2014

Em fevereiro, o crédito imobiliário atingiu R$ 8,8 bilhões

Fonte: Assessoria de Imprensa Abecip

São Paulo, 31 de março de 2014 – Financiamentos Imobiliários (Valores): O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 8,8 bilhões, em fevereiro, melhor resultado para esse mês nos últimos 20 anos. Em relação a igual período do ano passado, o crescimento foi de 52%.

No primeiro bimestre, foram financiados R$ 17 bilhões para aquisição e construção de imóveis, 36% mais do que em igual período de 2013.

No período acumulado de 12 meses, até fevereiro, o volume de empréstimos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com recursos das cadernetas de poupança, alcançou o montante de R$ 113,7 bilhões, superando em 35% o apurado nos 12 meses precedentes e estabelecendo um novo recorde.

Financiamentos Imobiliários (Unidades): Em fevereiro, foram emprestados recursos para aquisições e construções de 46,4 mil imóveis, aumento de 58% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse número também foi o maior para um mês de fevereiro, nos últimos 20 anos.

Nos primeiros dois meses de 2014, foram financiadas 86 mil unidades, 33% mais que em igual período de 2013.

Nos últimos 12 meses compreendidos entre março de 2013 e fevereiro de 2014, foram financiados 551,1 mil imóveis, 22% acima das 453,5 mil unidades contratadas nos 12 meses anteriores.

Poupança SBPE: saldo e captação: Os depósitos em cadernetas de poupança do SBPE superaram os saques, em fevereiro, em R$ 1,9 bilhão, de tal sorte que a captação líquida foi positiva pelo 24º mês consecutivo.

O resultado de fevereiro foi levemente superior ao apurado no mesmo mês do ano passado, recordando-se que os depósitos de poupança bateram sucessivos recordes em 2013.

O saldo dos depósitos de poupança no SBPE superou R$ 474 bilhões, em fevereiro, com elevação de 20% em relação ao saldo de fevereiro de 2013.

A grande procura por apartamentos compactos: Valorizando a cozinha

A procura por apartamentos compactos tem aumentado a cada dia. Uma das perguntas é sobre a cozinha. Abaixo, um texto da Folha explicando sobre algumas soluções. Boa leitura!

Cozinha ganha visibilidade em apartamentos compactos

19/01/2014 | 01h30 | DANIEL VASQUES | DE SÃO PAULO

Se por um lado a cozinha extrapola sua função e é usada para reunir a família e os amigos, o espaço dedicado a ela nos empreendimentos não acompanha essa demanda.

Ter um ambiente para o preparo das refeições “mais sociável” acaba sendo uma iniciativa do morador e uma estratégia para fazer a cozinha crescer, integrando-a ao restante da casa.

Vale derrubar e recortar paredes (sempre que possível), recorrer a pisos e cores que ampliem a sensação espacial e a truques de mobiliário.

No caso dos eletrodomésticos, não basta trazer a última novidade em tecnologia. É preciso que integrem o espaço de maneira harmoniosa, exercendo também o papel de item de decoração.

“As pessoas fazem um curso de culinária e convidar os amigos para jantar vira um programa. A cozinha passou a ser muito importante até do ponto de vista de acabamento e integração”, diz o arquiteto José Ricardo Basiches.

Quando mudou há três anos com a mulher para a Vila Mariana (zona sul), o gerente Leandro Melo, 32, alterou a configuração do imóvel. “Ao entrar na casa, a primeira coisa que se via era uma parede, que escondia o melhor lugar dela, a cozinha.”

Leandro Melo mudou a planta original do apartamento para valorizar a cozinha

Foto: Zanone Fraissat/Folhapress

O gerente Leandro Melo, 32, mudou a planta original do seu apartamento em São Paulo para valorizar a cozinha

Sem o “obstáculo”, buscaram uma aparência mais moderna no ladrilho e mobiliário. Inovar nos utensílios também é uma marca dele. A iniciativa chega a dar origem a “disputas”. “Minha mulher briga horrores comigo porque a lixeira de cima da pia foi R$ 129”, brinca.

INTEGRAÇÃO

Uma das principais dicas de arquitetos e decoradores para quem busca valorizar a cozinha é integrá-la ao restante da casa.

Isso pode ser feito retirando ou fazendo uma abertura na parede que a separa da sala, desde que a operação não danifique a estrutura do imóvel, ou instalando uma porta de correr mais larga que a tradicional, por exemplo.

Além de permitir a conversa entre duas pessoas em ambientes separados, a operação dá a sensação de amplitude, o que ganha importância ainda maior em apartamentos pequenos.

Para o arquiteto Gustavo Calazans, colocar bancada em dois lados da cozinha, em vez de armários, também causa a impressão de que o ambiente fica maior. A desvantagem é perder espaço de armazenagem.

Quem mantiver os armários poderá colocar iluminação em cima deles, rebatendo para o forro. De acordo com o arquiteto, a luz indireta faz o teto parecer que vai “estourar”.

Conjugar ambientes não é só uma opção na reforma da casa, mas também na compra de apartamentos novos.

Fernando Moliterno, diretor da incorporadora Idea!Zarvos, conta que, de dois anos para cá, a demanda dos compradores passou a ser, principalmente, por plantas com cozinha americana, quando esse cômodo e a sala têm comunicação entre si.

Nesse caso, eles preferem instalar um único piso nas duas peças, normalmente o porcelanato.

“A cozinha americana é uma tendência muito procurada nos lançamentos, independentemente da metragem dos apartamentos. Já quando o assunto é imóvel compacto, ela vira quase uma unanimidade”, diz Fátima Rodrigues, diretora geral de vendas da imobiliária Coelho da Fonseca.

DISPOSIÇÃO

A arquiteta da incorporadora You, Thaís Fornazari, afirma que, quando a cozinha é integrada à sala, normalmente se utilizam móveis planejados, de forma a acomodar louças e copos nos armários superiores.

As panelas são colocadas nos armários baixos e os utensílios menores e mais bonitos ficam dispostos em nichos abertos.

Quanto à cor e ao material dos produtos, o inox ou acabamentos metalizados, como o evox, lideram a preferência de quem busca dar aparência contemporânea à cozinha, segundo Mario Fioretti, diretor de design e inovação da Whirlpool Latin America, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid.

Para quem não busca só espaço, mas diferenciação, o arquiteto José Ricardo Basiches recomenda usar tampos da bancada coloridos, como verde, cor-de-rosa ou laranja que contrastam com o restante do ambiente.
Colaborou ANAÏS FERNANDES

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